Lemingues nos ensinam tantas coisas.

Lemingues podem nos ensinar muitas coisas. Podem sim! Eu sei que dirão que gosto de chutá-los por esporte e que é uma grande crueldade a que cometo. Tudo culpa da precisão. Pois, chuto-os por precisão tentando a maior precisão possível. Daí vai da qualidade do chutador. Algumas vezes bate na trave, noutras mato a coruja, noutras sai um golaço. Mas que alguns invejam os efeitos que dou, alguns invejam, vocês verão. Mas para agüentar essa raça de seres rasteiros basta ter muita força de vontade e paciência de observação e muito estudo. É um trabalho meio árduo e este texto será longuíssimo. Mas tudo pode se resumir numa pergunta: Lemingues conseguem pensar sozinhos?

Contra o tipo de pessoa incapacitada de pensar com a própria cabeça uso a metáfora “lemingues”, que me serve para designar duas coisas. A primeira é para mostrar que são uma legião. A segunda é a capacidade de seguirem seus líderes de forma tão cega, tão burra, tão imbecil, sempre tão coletiva, tão ordinária, sem pensarem nem terem consciência do que estão fazendo e quão incapazes são de emula-los até da forma mais tosca possível que, se postos na condição de líder, seja por qual motivo for, por algum instante sequer, conseguem fazer pior do que seus antecessores.

Como sabem, a metáfora do lemingue me serve porque o pequeno roedor tem a fama de ser aquele animal que leva toda seu bando até o destino mais trágico, a morte, e todos seguem seu líder, sem contestar. Sobrevivem aqueles que tem sorte. Daí me aparece um que começa por emular o escrevinhador deste Blogue. Tentemos entender o que diz e pensa a pia alma sobre o texto anterior.

O blog é seu e nele você escreve o que quiser, o direito é todo seu. Acho legal essa sua fúria generalizada. A contra os filósofos uspianos que nunca tiveram tanto espaço no governo quanto na era FHC, com todo o respeito, é a mais divertida. A contra a Soninha também.


Essa sua úria toda (acho que quase podemos chamá-la de ódio, não é mesmo), dado o tom no qual você (espero poder tratá-lo por você) escreve, me lembra bastante o ódio dos nazistas contra os judeus, dos americanos da KKK contra os negros, etc… O mais triste é que esse tipo de ódio, apesar de toda a nossa facilidade de acesso ao conhecimento e à informação, ainda encontra ressonância em alguns espíritos, como aconteceu no já citado exemplo nazista.
Parabéns! Sério mesmo. Eu gostaria muito, caso conseguisse, escrever como você no meu blog, que aqui vou omitir por não querê-lo associado a esse monte de merda que você escreve.

PS: Não sou nem fui filósofo uspiano, petista, fã do Reginaldo Leme e muito menos daquela gostosa da Soninha.
–
Abraços.”

Quem escreveu estas belas letras foi Oãoj Leonam. Pelo primeiro e último parágrafos podemos ver que é um sujeito que gosta de ironias e, se gosta,consegue entende-las. E é bem criativo também, notem a criatividade do sujeito ao identificar-se. Oãoj é um lemingue que tem colhões, é um dos machinhos da espécie. Mas não pertence a alta estirpe ariana como por exemplo, Ocram, um nazista – ao fundo ouço Tannhäuser enquanto escrevo – ou um americano da KKK, não é?, João Manoel? Não preciso do seu e-mail original, explico porquê mais tarde. Mas é assim que se faz! Seja criativo. O raio que os parta? HAHAHAHA. Divertidíssimo, adorei. Vou usar mais adiante várias vezes.

Ah sim, seu e-mail está bem guardadinho aqui e com muito carinho juntarei a outros tantos que já quiseram ter, por exemplo, minha língua e dedos cortados, mas não queriam ter o trabalho de fazer tamanho esforço. Aqueles bravos pediam encarecidamente para que eu os poupasse de tão nobre trabalho. Eram alguns democratas, como você, só que mais raivosos. Mas vou analisar o que escreveu esse tal de João Manoel que vem lá de O raio que os parta que é um lugarzinho longe pra burro, tão longe que só burros conseguem chegar a região tão inóspita. O que causa outro problema. Só burros nascem naquela região. Mas vamos ao que interessa analisando cada parágrafo agora:

Primeiro parágrafo: Minha fúria não é generalizada. É pontual, sempre. Pode ser que, por ter essa fúria colocada em em várias “frontes” lhe pareça generalizada, mas não é. Há diferenças e são grandes. E note outra coisa. Não coloquei minha fúria entre parênteses – deveria se usasse o sentido que queres dar – , mas ela também tem explicação. E sabe onde? Lá em cima, numa aba ao lado da que falei no texto anterior. Disso concluo, mais uma vez, a inteligência da maioria dos que ousam comentar neste blogue volta a ser comprovada, Oãoj faz juz a cidade de onde veio, é um burro de verdade. Só que como sou um nazistão que sabe identificar as raças de longe, dou até o nome científico deste pequeno roedor, João Maonel é da espécie Lemmus Asinus.

E Oãoj Leoam se diverte quando me lê. Bom saber disso. Pensava que só mamãe ria das coisas que falo, mas puxa!, devo estar ficando bom nisso. Agora são dois! E sabe que isso acaba num problema psicológico danado, né?Ainda bem que outro alguem se diverte com essas coisas. Acho que tenho cura.

Para terminar com o primeiro parágrafo qual a minha crítica “aos filósofos uspianos que nunca tiveram tanto espaço no governo quanto na era FHC”? Qual foi a minha crítica a quais filósofos em quais governos? Qual foi a minha crítica a “era FHC”? Nenhuma, né? Por que aqui você não leu absolutamente nada sobre isso. Não escrevia uma linha sequer na época do governo FHC. Naquela época estava preocupado com integrais, derivadas, teoria da relatividade, física quântica, resistência dos materiais, mecânica dos fluídos, enfim, essas coisas do dia-a-dia. Este blogue está para completar dois anos. Esse trecho mostra o que você PENSA o que eu sou ou gostaria que fosse. Pensou errado, se é que pensou. Mas revelou muito de você. Ou talvez, esteja achando legal coisas que não pertencem a este blogue o que me faz concluir que faz novamente jus ao lugar de onde veio.

E querem ver outra vez como Oãoj Leoam, ou será João Manoel? – ó dúvida criativa – , faz juz do lugar de onde veio?

Segundo parágrafo: Teclar errado e deixar faltando letras ou pontos de interrogação “faz parte” como diria um filósofo por aí, e isso não diminui ninguém. A “uria” que você escreveu entenderei por fúria. Mas não Oãoj, não podemos chamar de ÓDIO o que tenho ou tento mostrar quando escrevo e, pode ter a absoluta certeza disso, não, não tenho ódio. A Fúria que está ali em cima no título – vejam só como o texto anterior faz sentido danado -, serve mais para caracterizar a pessoa que escreve este blogue, muito mais do que minha vã filosofia possa explicar e vossa suprema inteligência possa entender.

No dicionário – que é o pai dos burros, e você sabe disso, certo? Não vai desmerecer O Raio que o Parta, vai? – pode até pode aparecer como sinônimos, mas são coisas distintas e, aqui, são para lá de distintas. Você não conseguiu captar isso, né? Veja fúria no dicionário e não verá em nenhuma acepção a palavra ódio a não ser nos sinônimos. Já ódio no dicionário chega a dar pena de tão chocho. Eu costumo usar o Houaiss. Voltando, eu fico com minha fúria , “La Fúria de Ocram”. A fúria é cheia de significados, tão vasta, tão rica nos significados, tão cheia de variações, tão difícil de compreender, tão cheia de conflitos… enfim, sem um pouco de fúria, na vida não há movimento, a vida é pobre, a vida é desprovida de significados, a vida é desprovida de valor, sem fúria não há diferenças e não há inteligência pois não serve para ser usada, a vida é um seguir eternamente seu líder cegamente até o final trágico que se repete, e se repete, e se repete…E veja só que coisa mais patética, sem um pouco de fúria não há paixão que nos leva ao amor. Não é lindo? Desculpem, vocês não viram, certamente, mas enxuguei uma lágrima. Eu fico comovido nessas horas. Me sinto até um erudito refinado – como dizem nossos melhores cérebros – de coração molinho como um comunista.

Tratemos de assuntos mais sérios? Vou me recompor.

Você espera que lhe conceda o direito de me tratar por você? Logo tu, ó traste lemingue, que me chamas de nazista pelo tom no qual escrevo? Pelo ódio que não nutro e que faço ressoar com fúria de forma generalizada? Ou será que você, ó ser rastejante, pensas que estamos em níveis de igualdade para conceder-lhe tal privilégio? Não! Chame-me do que queiras, não me importo com isso nem controle terei do que me chamares. Mas terás que assumir as responsabilidades pelo que falas, algo quase impossível de ser entendido por essa raça tão oprimida.

Percebo que estás em seus quatro cascos diminutos tentando colocar-se em pé, numa posição impossível para a espécie, o que faz com que sua “massa encefálica dentro do cérebro” fique impossibilitada de controlar seu instinto de dizer asneiras. Não consegues entender que é impossível tal concessão, ó Lemmus Asinus?

Queres que lhe conceda o direito de me chamar por você, mesmo dizendo que sou nazista? Lemingues não tem senso do ridículo, nem da vergonha, nem do limite.

Sei o que dirás,ó ser rastejante de O Raio que o Parta. Sei que dirás que não me chamaste de nazista, não é verdade? Dirás que só fizeste uma simples comparação. Dirás que meu ódio é SÓ BASTANTE PARECIDO com o dos nazistas e que só te fez lembrar daquilo pela forma como faço livremente, de forma desbragada para fazer ressoar em alguns espíritos despreparados, puros, pios, por tal conteúdo não ter passado antes por alguma espécie de controle moderador. Não é mesmo? Talvez seja como aquela forma de ser parecido mas ser diferente, não é? Uma espécie de Denorex, parece mas não é. Essa é velha hein? Já tinha nascido para saber dessa? Ou será que é mais ou menos como ódio e fúria essa comparação? Ó supremo entendimento lemingue, por qual caminho ainda passarás antes do destino derradeiro.

Queres saber porque guardarei seu e-mail com muito carinho? Simples. Se sou nazista, vá a polícia. Vá agora. Vá já. Denuncie. É crime inafiançável. Só terás um problema. Terás que provar que sou nazista. E isso é prova que não tens e difícil de apontar aqui. E eu, agora, tenho prova de onde vens. Acima disse que daria mais explicações sobre a necessidade de seu e-mail original. É verdade. Não preciso do seu e-mail real, basta seu IP. Feliz por saber isso? E sou tão nazista que verás a indicação de leitura que faço num próximo texto, que deveria estar fazendo agora no lugar deste texto. Percebam, isto tudo o que escrevi está em que tom? Em fúria? Em ódio? Façam suas escolhas, façam seu entendimento. Eu prefiro a força construtiva e multifacetada da fúria do que a destrutiva e simplória do ódio.

Terceiro e último paragrafo: Não me apraz vossa congratulação, mesmo que séria fosse. Tampouco é boa sua ironia. Outra hora publico o melhor comentário que já recebi. Nem comento sobre querer ou conseguir escrever como eu faço neste blogue, me tomar como exemplo para algo diz muito sobre a pessoa.

Omitir o seu Blogue foi a pior coisa que fizeste. E por vários motivos.

1 – Omitiu seu blogue por quê? Medo de que eu leia e critique o que ali está? Se achas que tudo o que está aqui é “merda” termo muito usado por uma pessoa que consta em seu texto,e precisa de mais espaço na, como direi?, mídia, seria uma forma de atrair leitores e simpatizantes. Acho que perdeu uma oportunidade, visto que deixaste bem claro que discordou do que aqui está e, mais uma vez, prova o jus que fazes a sua origem, aquele lugar longe pra burro e só burro consegue alcançar.

2- Se usaste um nome ao estilo Ocram de criatividade não acrescentou nem diminuiu em nada em seu comentário. Nem lhe torna mais ou menos corajoso. Foi bom pela provocação, basta isso pra você se satisfazer? Pouco hein?

3 – Se usaste o nome real e não pseudônimo, e tens o mesmo nome registrado em seu blog – se é que o tens – além de covarde por não colocar o seu endereço real – que no fim das contas não teria nada demais e lhe seria ótimo como disse no item 1 – é burro. Sinto, mas me parece, e é só um leve sentimento este que nutro, que a burrice até agora foi recorrente em tudo o que está contido em sua pessoa registrada pelos seu comentário.

4 – Oãoj é um lemingue de grandes colhões. Demonstra ser um bravo como nenhum outro, ele não quer ver exposto seu lindo Blogue “associado a este monte de merda”. Não vai querer um nazista, como eu, andando pelo seu gueto, não é verdade, Oãoj? Entendo. Você vir remexer na merda foi por acidente ou por gosto? Alguém mandou ou veio por boa vontade e valentia? Crueldade perguntar isso, né? No meu blogue eu publico um monte de gente – um monte quer dizer um, dois no máximo – que discorda de mim e vários como você que odeiam tudo. Mas não quero saber qual é seu blogue,sou grato por isso, já imagino como seja o “sítio” – como gostam de dizer os parasitas esquerdopatas – e poupo tempo ao não lê-lo. Mas não tenho dúvida que é aquela coisa que um fala e todos do bando dizem: é, ééé, éééééé’. Já assistiu a Revolução dos bichos? Peça na sua locadora, é mais fácil do que ler o livro. Aposto que você se identificará com os porcos. Não tem lemingues no filme. Lemingues só no Brasil e aqui, neste blogue onde as metáforas animais não são falsificadas, nem eruditas.

Do Postscriptum: Não merece comentários, cada um com seus problemas psicológicos e pratica seu onanismo com o que tem em mente como bem pretender. Então falo de mim, afinal, é disso o que importa nesse blogue, da minha sanidade. Amigos e familiares – muito mais meus familiares – sabem da minha capacidade de perceber coisas – chamarei de coisas – as mais simples, as mais ligeiras, as mais escondidas e, que basta uma evidência, uma só que seja, mesmo uma quase que imperceptível, que alguém deixou passar por distração ou inépcia e consigo chegar naquilo que todos tentavam esconder de mim.

Sad but true.

Falei de problemas psicológicos em algum ponto acima, volto a falar agora. Não darei o prazer de terem tirado de mim aquilo que vocês adorariam que eu dissesse. Vale tanto para este comentarista, quanto para a legião que o segue tentando. Não lhes darei o prazer de ser ou me tornar aquilo de que acusam nos outros.

Como o comentarista que citei neste texto disse que sou nazista – e se ainda não foi até a polícia, vamos ver quem chega primeiro, hein Oãoj? – , talvez o tenha feito por ter o costume de dizer que pertenço aquela raça, que fala alto e de um forma um tanto, como direi?, furiosa – mala sangre. Então deixo duas frases que escutei pela vida toda que servem como uma lição a ser tomada, só para terminar este longuíssimo texto, ensinamentos Ocramianos.

1 – No hay como vivir sin pundonor.

2 – No creo en las brujas, pero que las hay, las hay.

Longo, não foi? Mas foi como prometido no primeiro parágrafo. Lemingues tem muito a nos ensinar. E eu adoro isso, pois me faz um bem danado, me faz querer ser um pouco melhor a cada dia, a estudar um pouco mais. Me mata de cansaço,pois são aqueles que não consigo parar de escrever até ter respondido de forma adequada a tudo, por isso a coisa fica longa. É a fúria, um tipo dela. E como espero ter ido um pouco além do que ter respondido a um mísero lemingue isso cansa um bocado. Estes costumam ser os mais decentes, os mais educados. Os que são apagados direto que vão direto para uma caixa toda especial, para melhores cuidados tentem imaginar como são. E faço tudo isso por motivos mais nobres que não preciso propagar para me enaltecer.

Faço tudo isso por mim, é verdade. Já disse que é minha terapia. Mas faço pelos outros também. Há cura. Basta encontrá-la. Enquanto não encontro, chuto-os.E quando os chuto, estou lutando contra aqueles que querem calar a todos. Aqui não. Fora lemingue. E percebam uma última coisa que é recorrente a todos os lemingues. Quando criticam eles nunca são isso, nem aquilo, nem o fazem por causa deste ou daquele outro. E isso não é evidência de nada! é pura loucura minha. Isso nunca foi característica de um bom esquerdopata, certo? Talvez eu esteja confundindo a todos esses seres rastejantes e todos são da mesma espécie de Oãoj, o Lemmus Asinus.

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