A criação da República dos Dotô

27/07/2008

Dotôs do Brasil, uni-vos. Foi a partir desta singela frase apelativa que o Manifesto Dotôzista propôs a inviolabilidade dos escritórios dos dotôs deste Brasil varonil, pero no mucho. Esta foi uma das picuinhas que rolaram na segunda grande Festa da Toga na Mansão de Inverno de Ocram – eu – e todos sabem como os ânimos estão desde então.

Uma proposta para inviolabilidade de escritórios advocatícios foi criada e aprovada na Câmara e no Senado. Falta somente uma assinatura. Falta a assinatura do homem mais puro, mais ético, mais moral que esta terra já viu, portanto, pensem bem no que pode vir pela frente. Zonas impenetráveis à lei e à ordem serão criadas neste país a partir de uma simples canetada.

Não, a “família forense” como diriam aqueles golpistas cansados não está dividida. Estão só em desacordo em alguns temas “irrelevantes”. Ele, o maior líder dos “cansados” vem nos lembrar que “todos nós temos de lembrar que tivemos um início em comum”. E quem há de desmenti-lo? Uni-vos Dotôs deste Brasil, uni-vos. A ODB – Ordem dos Dotôs do Brasil está em vias de ser concretizada. Falta pouco para a criação da maior obra de Ocram, o filósofo da coletividade coletiva unida que conseguiu resumir todo seu pensamento numa curta frase:

Brasil, um país DE Dotôs, PARA os Dotôs, PELOS Dotôs.

Eu já disse que o tal de “CANSEI” foi o maior movimento golpista criado nos últimos tempos. Não disse isso da boca para fora. Onde estão os cansados com seus movimentos, com seu blogue, com seu site? Clique aqui e leia porque não os apoiava naquela época. Eles iriam promover campanhas, movimentos e estavam cansados até mesmo de…, do que mesmo?, “de não fazer nada”. Mas era só isso? Claro que não“Cansei de gente que só quer levar vantagem…,de tanta impunidade…, de achar tudo isso normal…Vejam lá sobre o que eles estavam cansados e eu discordava. Vejam o que tanto os indignava e o que me indignava nessa gentalha midiática. Vejam quais movimentos eles desarticularam, surgidos espontaneamente na sociedade e que uma simples movimentação midiática conseguiu desarticular e sumir do mapa. Isso sim que é golpismo efetivo!

Aqui está demonstrada a criação do golpe. Aqui está demonstrada a República dos dotôs. Zonas onde a criminalidade andará livre, leve e solta. Falta só a canetada final.

Viva a República Lemingue. Viva a República dos Dotôs. Viva.

Toga, la Toga áááuuuu TOGA TOGA TOGA.

Esta frase ecoará pelos meus ouvidos por milênios: “todos nós temos de lembrar que tivemos um início em comum”. Sim,todos vós os Dotôs. E prestem atenção, meus caros não-leitores, em nenhum momentos estamos tratando e pensando em gentinhas como os marceneiros, engenheiros, pedreiros, verdureiros, arquitetos, jornalistas, pedintes, artistas, cidadãos… Não, nada disso. Essa gente não possui valor algum. O importante é salvar as condições de trabalho digna aos… DOTÔS! Vocês que não são dotôs são a ralé da sociedade. Nós, da zelite branca com diproma de dotô qui cunhece as lei somus  us Dotôs qui manda nefte peíf e, agora, estão unidos para a criação de uma zona de conforto,inigualável, impenetrável até mesmo à …LEI!

Lute contra isso. Não à República dos dotôs. Falta só a canetada do homem mais puro do mundo. Dotôs não são aqueles que “tiveram um início em comum” para lembrar sua formação profissional. Os dotôs são a manada que querem e usam a democracia para acabar com ela, os dotôs são aqueles que impõr respeito sem terem autoridade, os dotôs são aqueles que trabalham contra a sua liberdade e lutam pela plena impunidade de alguns, poucos e mui específicos, os dotôs são aqueles que querem zonas de conforto impenetráveis, enfim, DOTÔS SÃO AQUELES QUE FARIAM MUITA COISA PARA LUTAR CONTRA O DESCALABRO DO PAÍS, MAS ESTAVAM CANSADOs DISTO TUDO QUE ESTÁ AÍ. TÃO CANSADOS QUE DERAM O GOLPE. É o caso do lemingue que colocou seu caçador – a sociedade livre –  na ratoeira. E isto precisa estar muito bem entendido para quem ainda tem forças para lutar contra este estado de coisas.

Lutem contra a República dos Dotôs. 

 


A cada novo GP um comentário. Ou um pouco mais de mim, outro tanto dos outros.

20/07/2008

Vou começar direto pelo comentário para terminar esta trilogia maldita sobre este blogue.

AMIGÃO,EU SEI O QUE VOCÊ QUERIA SER…
Queria ser comentarista de corridas de carro não é mesmo?
Fala verdade… Claro que queria…
Tudo bem, você não conseguiu.
Cara mas o Reginaldo Leme não tem culpa disso não… Poxa amigo, o cara tem 30 anos e quase 500 GPS nas costas.
Se não fosse bom não teria chegado lá não, nem com globo e nem com ninguém…
Além do mais, todo jornalista tem o direito de ter uma opinião própria e expressá, e digo mais, um jornalista tão experiente e respeitado, tem até a obrigação ética e profissional de expressar suas opiniões sobre o assunto no qual é especializado, porque elas fazem parte do mix que os leitores usam para formar o próprio juízo.
OK AMIGO? Você deve ser um garotão ainda, mas vê se vai aprendendo, assim você queimará etapas…”

Depois pensam que minha fúria é ódio. Mas vou fazer o quê se as pessoas são incapazes de entender o que se escreve? Mas vou tentar me conter. Toda pessoa tem o direito de expressão. Tanto Reginaldo Leme, quanto eu e o “amigão”. E com essa liberdade todos podem discordar de todos e, todos podem achar que o que o outro pensa, faz, fala seja uma porcaria tão grande, tão inútil, tão burra, que mereça um prêmio. E acabe por dar nome a este prêmio de Pé de Porco. Isso tudo é liberdade de expressão. Agora, se tal pessoa tem OBRIGAÇÃO ÉTICA E PROFISSIONAL, é outro assunto completamente distinto do que estava naquele texto. Eu, alguma vez censurei alguém? Eu, alguma vez, pedi controle sobre o que fala ou escreve ou faça esta ou aquela pessoa? Não! Aqui não. Mas tem gente que não entende. E todo domingo tem um que volta ao mesmo tema.

Este comentarista, que acabou por escrever estas porcas linhas acima, imagino que o fez pensando em alguma coisa boa. Sei também que, quando se é fã de alguem deixamos de perceber muitos defeitos, ou detalhes que não nos ficam em evidência, no mesmo tanto que fica para uma pessoa que vê o mesmo detalhe de fora. Tirando isso, sei também que sou melhor que este comentarista, ao menos na escrita. Não sou tão analfabeto assim, mas como minha incompetência para o português já é velha e notória, e reconhecida por este escrevinhador, quem sou eu para corrigi-lo? Poderia, mas não corrijo português, corrijo idéias que é mais… difícil. Não pisarei neste. Não consigo classifica-lo como lemingue, considero-o um fã, nada mais.

Ele comenta neste texto em que critico uma fala de Reginaldo Leme repetida algumas vezes. Se repetiu é porque tem plena consciência do que está falando, fazendo, escrevendo. Repetiu tanto nas transmissões da TV quando no jornal e, provavelmente -disso não tenho provas – deve ter falado no seu programa sobre automobilismo. Não fico “furioso” com um comentário como este quando é dito uma única vez. A repetição é que que causa angústia. Transcrevo novamente o que Reginaldo Leme disse retirado de sua coluna do Estadão e que causa tanta repercussão todo santo domingo de GP. É meu texto mais comentado, clique aqui se quiser ler.

O que não falta na F-1 é desafeto do piloto espanhol. Ele nunca se esforçou para ser simpático nem mesmo ao público espanhol, de que guarda mágoas de um início de carreira e jamais escondeu isso. Tem uma frase do Alonso que é DEFINITIVA para se conhecer a personalidade deste rapaz, excepcional piloto, mas bem complicado no trato com as pessoas. Na época do primeiro título, quando um jornalista espanhol quis saber se o incomodava o fato de não ser UNANIMEMENTE admirado no país, ele respondeu: “aqueles que não querem ver as corridas, que mudem o canal para ver as touradas.”

A indignação dos fãs é por eu ter dado o Troféu Pé de Porco da semana para o comentário que está acima. É um premio simbólico. Não é real por falta de verba para causas mais nobres como, por exemplo, a Festa da Toga – ninguém elogiará meu timing neste tema? – que promovo todo ano e todos podem ver em que pé estão os ânimos depois desta festa. Mas voltando ao assunto deste texto.

Este comentarista me trata por amigão, pensa estar em pé de igualdade perante Ocram. É mais abusado do que o outro lemingue de O raio que os Parta que ainda pedia permissão para me tratar por você. Não, não é meu amigão. E notem uma semelhança incrível entre Reginaldo Leme e este comentarista, a tremenda sapiência em psicologia.

Para Reginaldo Leme basta UMA FRASE para se conhecer a personalidade de uma pessoa, no caso, Alonso. O que estou criticando naquele texto, sua opinião? Não! Estou criticando seu JORNALISMO. Por isso dei o Troféu Pé de Porco DAQUELA semana, mas ninguém percebe isso.

O que tem de opinião de Reginaldo Leme no seu comentário acima? Duas coisas: 1 – Alonso é excepcional piloto, e, 2 – Que é bem complicado no trato com as pessoas. Se eu discordo ou não disso, não vem ao caso e eu não o critiquei em uma linha sequer sobre isso.

No item 2 eu e Alonso temos algo em comum. É um mal da raça, se é que me entendem.

O resto do comentário de Reginaldo Leme não é opinião, são fatos, é seu jornalismo. Se ele está comentando fatos está fazendo jornalismo, acertei ou preciso ter aulas de jornalismo? Reginaldo nos fala que Alonso tem muitos desafetos, que nunca quis ser simpático nem ao público espanhol – tudo isso são fatos que podem ser comprovados jornalisticamente, certo? – e termina contando um caso onde um jornalista faz uma pergunta a Alonso e que este responde. A resposta está entre parênteses, não sou jornalista – outra vez?- , mas vejamos se entendo um pouco do assunto, se está entre parênteses é porque são as EXATAS palavras que saíram da boca de Alonso. Acertei ou estou sendo cruel? É meu ódio que aparece aqui? Rigor, talvez? E a pergunta do jornalista, como foi? Será que era um jornalista, como direi, decente? Vai saber né?Só sabemos que era um jornalista e espanhol. Bem, se era espanhol não se pode esperar boa coisa mesmo…Continuando.

Se disso tudo ele consegue fazer um tratado de psicologia e conhecer a personalidade de uma pessoa, concordo plenamente, é um fenômeno, ou como diria sua amiga, “um Gênio de jornalista de F-1”. Mas sabem como é, eu sou um cara invejoso, que nutre ódio, preconceitos e não tolero a liberdade de pensarem o que bem entendem. Já o “amigão” aí, tem a absoluta certeza que eu queria ser comentarista de corrida de carros. Revela não ser tão bom quanto Reginaldo, o comentarista precisou de um texto inteiro para ter esta certeza disso.

Como o “amigão” aí diz que sou um frustrado que queria ser um comentarista de corrida de carros e saio criticando os maiores gênios deste país por causa disso, sou obrigado a contar mais um pouco de minha história.

Sou engenheiro mecânico de formação. Fiz uma faculdade de engenharia e das boas – dos que me lêem sabem que nunca citei seu nome e não o farei – que entre tantas habilitações há uma que é a de Engenheira Automobilística. Tenho alguns amigos que se formaram nessa área e posso dizer aqui o que sempre disse aos meus colegas,mesmo tendo trabalhado na área automotiva pouco menos de um ano.

Quando estávamos ainda no ciclo básico, aqueles que tinham a absoluta certeza que fariam Engenharia Automobilística sempre gostavam de ler revistas de automóveis. Coisa mais do que natural. Mas isso NUNCA foi meu caso. Eu tinha certeza que faria Engenharia de Produção, mudei para Engenharia Mecânica Plena por perceber que o que veria em Produção veria tudo outra vez numa pós-graduação. E sabem o que eu dizia sobre aqueles que liam as revistas de automóveis, que se juntavam num canto qualquer, um por cima dos outros para ver as fotos dos carros nas revistas? Eu dizia:

- Esses lêem 4 rodas como garotinhos de 14,15,16 anos lêem Playboy.

Acho que dá pra entender, não dá? Morriam de rir. E eu sabia que não era isso o que eu queria pra mim. Nunca quis trabalhar com carros, mas acabei trabalhando pouco menos de um ano na área. Até os que fariam Automobilística viam como aqueles se comportavam e que tinha razão quando dizia aquilo. Querem perceber melhor como era a coisa? Imaginem a cena. Um bando de marmanjos amontoados, um deles com a revista aberta folheando, vendo as fotos e vem outro, por cima dos ombros de vários dizendo:

- Olha só o farol desse! Nóóóóósssa véi. Volta, volta aí que eu quero ver de novo, vira a página. Coisa linda!

Daí outro dizia mais adiante:

- Olha a traseira dessa Pick-up? Coisa de louco! Olha só o design? Que design! Coisa linda!

Bem, se ninguém vê semelhanças nas citações, com a mesma profunda admiração que ambas publicações causam nas respectivas áreas citadas acima… Esses grupos ficaram conhecidos como os Onanistas de 4 Rodas. Vá se fazer o que? Tem piada pra tudo, né?

Não, eu nunca quis tratar com carros. Sim, trabalhei com a área automotiva. Nem sei se seria honesto dizer isso, devido a vastidão da área em que trabalhava,que era desenho e o pouco tempo que estive nessa área. Para mim, tanto faz se fosse carro, avião, uma ferramenta, uma ponte de aço, uma bicicleta, um canivete, um…um desenho. Não me importava o que seria, minha área sempre foi desenho técnico e era disso que tratava. Eu tinha que fazer do desenho uma coisa real, e fazer funcionar. Ou vice-versa. Da coisa real, fazer o desenho. Mas nunca quis trabalhar com carros, nunca foi meu sonho, muito menos com corrida de carros, muito menos ainda ser comentarista de corrida de carros.

Nunca gostei do comportamento dos admiradores por carros. A maioria era e é incompatível com a minha personalidade. Nada contra. Eu na minha, ele na deles. Cada um com suas paixões. Mas eu gosto de corrida de carros. E também gosto que não ofendam minha inteligência. Que no caso acima ultrapassa e muito o limite. Chega ao nível da imbecilidade.

E o que está acima é critica ao jornalismo realizado. É uma imbecilidade comentar a personalidade de uma pessoa com uma frase e dizer que o sujeito não é mais simpático por não ser uma unanimidade em sua terra. Repetir a mesma coisa várias vezes então…Não tenho mais o que dizer a não ser que, a pessoa que não consegue ver o tamanho da estupidez contida nisso tudo deve ter vindo lá da terra de Oãoj, aquela terra longe pra burro.

Agora se os especialistas e admiradores da rebimboca da parafuseta são tão bons assim ao ponto de serem profundos conhecedores da psicologia humana, bastanto uma frase ou um texto, para mim, é uma nova realidade que está se abrindo. E nisso sou um ignorante.

Não sei quem mandou este comentário. Mas agradeço mesmo assim. Um dos motivos por não gostar da área automobilística são pessoas como este comentarista, que só consegue ver inveja e frustração, coisa de gente muito, mas muito inteligente. Veio lá de O Raio que os Parta também?


Os melhores comentários recebidos.

20/07/2008

No texto anterior eu disse que publicaria o melhor comentário que já recebi. Errei. Eram dois e da mesma pessoa. E já aviso que farei uma trilogia de respostas aos comentaristas que aqui aparecem, portanto, no próximo texto vem mais chumbo grosso, pois acabou de chegar outra pérola, recorrente em todo domingo que tenha algum GP de F-1.

Quando escrevia o texto anterior chegou mais um comentário que complementa os dois primeiros. Todos os três servem de exemplo porque são os de maior valor, dos que mais gostei e por não fazer a menor idéia de quem são. Na verdade há muitos outros que gosto tanto, que me alertam para alguns erros ou abusos, gosto muito destes também, mas os que aqui estão são mais exemplares. Como são milhões de comentários – 172 aprovados e publicados, que audiência! – que recebi até hoje, dei uma pesquisada e olhem eles aqui.

Um tal de Diego escreveu duas vezes.

1 – Acho que o blogueiro está precisando retomar as lições básicas de Lingua Portuguesa! Vá em frente, ainda há tempo!!!

2- Cara, você é realmente muito bom. Mas ainda vejo sérios problemas de Concordância e Regência em seus textos!

E não é verdade o que Diego falou? Além de ser extremamente generoso com respeito a este escrevinhador – esqueçam esta parte de seu comentário –, o que está ali que não tem importância, que não é inteligente e honesto, que não merece aplausos? NADA! Mas prestem atenção, ele esqueceu um acento em língua, não foi? Eu não respondi a ele em nenhum outro texto, não o chamei de lemingue – pois não se trata de um -, nem de analfabeto, nem de nada, nem lhe respondi agradecendo por e-mail. Simplesmente tomei sua crítica como exemplar e tento fazer o melhor que posso desde então.

A crítica que ele me faz é inteiramente pertinente. Por que gostei tanto dos comentários feitos por Diego? Gostei porque o sujeito perdeu seu tempo escrevendo estas poucas linhas para apontar erros absurdos cometidos por este escrevinhador. Ele está alertando para algo que passou despercebido devido a minha burrice, a meu analfabetismo e, o melhor de tudo, ele acha que posso melhorar. Por esse simples motivo ele escreveu estas linhas.

Naquilo que ele viu de bom e que lhe agradou de alguma forma, ele viu que poderia contribuir com outra pessoa SE este escrevinhador retomasse algumas lições BÁSICAS de língua portuguesa. Que critica cruel, não? Ele está apontando minha incompetência, minha burrice? Está. Acho isso ruim? Não! Acho isso ótimo. Dou um valor danado a pessoas como Diego. Se pesquisarem outros comentários verão que há outros tantos que me chamam de burro. Ofensivo? Não para mim. Mas sei que há um montão de gente que é muito sensível quando as chamamos de burros, antas, pés de porco, lula… enfim, esses nomes populares para qualificar ignorância.

Ele ganhou alguma coisa com isso? Nada. Mas eu ganhei. Não sei se de lá para cá melhorei alguma coisa, mas presto – ao menos tento, juro – mais atenção quando escrevo. Continuo espancando o velho portuga,é verdade, mas Diego fez um bem a este blogueiro muito maior do que poderia imaginar.

Os comentários de Diego são os mais importantes que recebi até hoje por outro motivo que, este sim, é muito mais importante. O último comentário foi neste texto. Leiam este texto. Depois leiam ao texto que ele remete e leiam todos os comentários que ali estão. Aqui o link pra facilitar. É um dos meus textos mais comentados e que atraiu a maior fúria – ou seria ódio? – contra este rico escrevinhador. Vejam quantos dos comentários naquele outro texto há de crítica honesta, sincera e com conteúdo. Vejam qual crítica naquele texto há que não puxação de saco, vejam o que há de uma armação coletiva iletrada contra a ousadia deste escrevinhador de apontar erros monumentais em livros de eruditos com problemas oftalmológicos. Pesquisem também os textos que o seguem. É uma lição para vermos como Diego fez um bem muito maior a este escrevinhador, com estes dois simples comentários, muito maior do que possa imaginar.

Para terminar, um comentário de Roberta, num texto que provavelmente só ela deve ter lido.

A Inversão de letras de nomes próprios é conhecido como Anagrama. Diversos escritores já se utilizaram de anagramas em seus textos (ex.: Iracema) ou mesmo para assinar obras. Adoro anagramas porque quando alguém “desvenda” o significado, ele fez nada menos que observar o óbvio. Bjs”

O texto que ela comenta é este. Olha aí, Roberta pode até não saber, mas é mais erudita do que muita gente com esse rótulo por aí. Vivendo e aprendendo, ou melhor, ensinando, no caso de Roberta. Obrigado Roberta, de coração. Ela escreveu este comentário num texto que mostrava a genialidade desbravadora de “Navegante”, um comentarista que desvendou “o segredo de Ocram” por ser, eu, um cara pedante e, ele queria mostrar como um cara genia desbancava boquirrotos como yo.

Roberta perdeu seu tempo para ensinar a este escrevinhador aquilo que fez e que não tinha a menor idéia do que era. Sabem como se chama isso? Ignorância. Quem é ignorante? Eu, Ocram, o tal que usava pseudônimo para se esconder, ou que era anônimo para outros tantos, agora sei que usei um anagrama para dar nome ao Blogue.

Este blogue acabou de ficar mais inteligente graças a Roberta. Também a Diego e a outros tantos de igual valor, que reli ao pesquisar os comentários, mesmo aqueles que me chingam mas que criticaram com grande conteúdo eu agradeço a todos. A todos estes meu muito obrigado.

Obrigado de coração a estes comentaristas, pessoas que perdem um tempo preciso de suas vidas com alguém por mais irrelevante que seja. Não sei se sabem o valor que tem, para mim, tem um valor enorme.


Lemingues nos ensinam tantas coisas.

20/07/2008

Lemingues podem nos ensinar muitas coisas. Podem sim! Eu sei que dirão que gosto de chutá-los por esporte e que é uma grande crueldade a que cometo. Tudo culpa da precisão. Pois, chuto-os por precisão tentando a maior precisão possível. Daí vai da qualidade do chutador. Algumas vezes bate na trave, noutras mato a coruja, noutras sai um golaço. Mas que alguns invejam os efeitos que dou, alguns invejam, vocês verão. Mas para agüentar essa raça de seres rasteiros basta ter muita força de vontade e paciência de observação e muito estudo. É um trabalho meio árduo e este texto será longuíssimo. Mas tudo pode se resumir numa pergunta: Lemingues conseguem pensar sozinhos?

Contra o tipo de pessoa incapacitada de pensar com a própria cabeça uso a metáfora “lemingues”, que me serve para designar duas coisas. A primeira é para mostrar que são uma legião. A segunda é a capacidade de seguirem seus líderes de forma tão cega, tão burra, tão imbecil, sempre tão coletiva, tão ordinária, sem pensarem nem terem consciência do que estão fazendo e quão incapazes são de emula-los até da forma mais tosca possível que, se postos na condição de líder, seja por qual motivo for, por algum instante sequer, conseguem fazer pior do que seus antecessores.

Como sabem, a metáfora do lemingue me serve porque o pequeno roedor tem a fama de ser aquele animal que leva toda seu bando até o destino mais trágico, a morte, e todos seguem seu líder, sem contestar. Sobrevivem aqueles que tem sorte. Daí me aparece um que começa por emular o escrevinhador deste Blogue. Tentemos entender o que diz e pensa a pia alma sobre o texto anterior.

O blog é seu e nele você escreve o que quiser, o direito é todo seu. Acho legal essa sua fúria generalizada. A contra os filósofos uspianos que nunca tiveram tanto espaço no governo quanto na era FHC, com todo o respeito, é a mais divertida. A contra a Soninha também.


Essa sua úria toda (acho que quase podemos chamá-la de ódio, não é mesmo), dado o tom no qual você (espero poder tratá-lo por você) escreve, me lembra bastante o ódio dos nazistas contra os judeus, dos americanos da KKK contra os negros, etc… O mais triste é que esse tipo de ódio, apesar de toda a nossa facilidade de acesso ao conhecimento e à informação, ainda encontra ressonância em alguns espíritos, como aconteceu no já citado exemplo nazista.
Parabéns! Sério mesmo. Eu gostaria muito, caso conseguisse, escrever como você no meu blog, que aqui vou omitir por não querê-lo associado a esse monte de merda que você escreve.

PS: Não sou nem fui filósofo uspiano, petista, fã do Reginaldo Leme e muito menos daquela gostosa da Soninha.
–
Abraços.”

Quem escreveu estas belas letras foi Oãoj Leonam. Pelo primeiro e último parágrafos podemos ver que é um sujeito que gosta de ironias e, se gosta,consegue entende-las. E é bem criativo também, notem a criatividade do sujeito ao identificar-se. Oãoj é um lemingue que tem colhões, é um dos machinhos da espécie. Mas não pertence a alta estirpe ariana como por exemplo, Ocram, um nazista – ao fundo ouço Tannhäuser enquanto escrevo – ou um americano da KKK, não é?, João Manoel? Não preciso do seu e-mail original, explico porquê mais tarde. Mas é assim que se faz! Seja criativo. O raio que os parta? HAHAHAHA. Divertidíssimo, adorei. Vou usar mais adiante várias vezes.

Ah sim, seu e-mail está bem guardadinho aqui e com muito carinho juntarei a outros tantos que já quiseram ter, por exemplo, minha língua e dedos cortados, mas não queriam ter o trabalho de fazer tamanho esforço. Aqueles bravos pediam encarecidamente para que eu os poupasse de tão nobre trabalho. Eram alguns democratas, como você, só que mais raivosos. Mas vou analisar o que escreveu esse tal de João Manoel que vem lá de O raio que os parta que é um lugarzinho longe pra burro, tão longe que só burros conseguem chegar a região tão inóspita. O que causa outro problema. Só burros nascem naquela região. Mas vamos ao que interessa analisando cada parágrafo agora:

Primeiro parágrafo: Minha fúria não é generalizada. É pontual, sempre. Pode ser que, por ter essa fúria colocada em em várias “frontes” lhe pareça generalizada, mas não é. Há diferenças e são grandes. E note outra coisa. Não coloquei minha fúria entre parênteses – deveria se usasse o sentido que queres dar – , mas ela também tem explicação. E sabe onde? Lá em cima, numa aba ao lado da que falei no texto anterior. Disso concluo, mais uma vez, a inteligência da maioria dos que ousam comentar neste blogue volta a ser comprovada, Oãoj faz juz a cidade de onde veio, é um burro de verdade. Só que como sou um nazistão que sabe identificar as raças de longe, dou até o nome científico deste pequeno roedor, João Maonel é da espécie Lemmus Asinus.

E Oãoj Leoam se diverte quando me lê. Bom saber disso. Pensava que só mamãe ria das coisas que falo, mas puxa!, devo estar ficando bom nisso. Agora são dois! E sabe que isso acaba num problema psicológico danado, né?Ainda bem que outro alguem se diverte com essas coisas. Acho que tenho cura.

Para terminar com o primeiro parágrafo qual a minha crítica “aos filósofos uspianos que nunca tiveram tanto espaço no governo quanto na era FHC”? Qual foi a minha crítica a quais filósofos em quais governos? Qual foi a minha crítica a “era FHC”? Nenhuma, né? Por que aqui você não leu absolutamente nada sobre isso. Não escrevia uma linha sequer na época do governo FHC. Naquela época estava preocupado com integrais, derivadas, teoria da relatividade, física quântica, resistência dos materiais, mecânica dos fluídos, enfim, essas coisas do dia-a-dia. Este blogue está para completar dois anos. Esse trecho mostra o que você PENSA o que eu sou ou gostaria que fosse. Pensou errado, se é que pensou. Mas revelou muito de você. Ou talvez, esteja achando legal coisas que não pertencem a este blogue o que me faz concluir que faz novamente jus ao lugar de onde veio.

E querem ver outra vez como Oãoj Leoam, ou será João Manoel? – ó dúvida criativa – , faz juz do lugar de onde veio?

Segundo parágrafo: Teclar errado e deixar faltando letras ou pontos de interrogação “faz parte” como diria um filósofo por aí, e isso não diminui ninguém. A “uria” que você escreveu entenderei por fúria. Mas não Oãoj, não podemos chamar de ÓDIO o que tenho ou tento mostrar quando escrevo e, pode ter a absoluta certeza disso, não, não tenho ódio. A Fúria que está ali em cima no título – vejam só como o texto anterior faz sentido danado -, serve mais para caracterizar a pessoa que escreve este blogue, muito mais do que minha vã filosofia possa explicar e vossa suprema inteligência possa entender.

No dicionário – que é o pai dos burros, e você sabe disso, certo? Não vai desmerecer O Raio que o Parta, vai? – pode até pode aparecer como sinônimos, mas são coisas distintas e, aqui, são para lá de distintas. Você não conseguiu captar isso, né? Veja fúria no dicionário e não verá em nenhuma acepção a palavra ódio a não ser nos sinônimos. Já ódio no dicionário chega a dar pena de tão chocho. Eu costumo usar o Houaiss. Voltando, eu fico com minha fúria , “La Fúria de Ocram”. A fúria é cheia de significados, tão vasta, tão rica nos significados, tão cheia de variações, tão difícil de compreender, tão cheia de conflitos… enfim, sem um pouco de fúria, na vida não há movimento, a vida é pobre, a vida é desprovida de significados, a vida é desprovida de valor, sem fúria não há diferenças e não há inteligência pois não serve para ser usada, a vida é um seguir eternamente seu líder cegamente até o final trágico que se repete, e se repete, e se repete…E veja só que coisa mais patética, sem um pouco de fúria não há paixão que nos leva ao amor. Não é lindo? Desculpem, vocês não viram, certamente, mas enxuguei uma lágrima. Eu fico comovido nessas horas. Me sinto até um erudito refinado – como dizem nossos melhores cérebros – de coração molinho como um comunista.

Tratemos de assuntos mais sérios? Vou me recompor.

Você espera que lhe conceda o direito de me tratar por você? Logo tu, ó traste lemingue, que me chamas de nazista pelo tom no qual escrevo? Pelo ódio que não nutro e que faço ressoar com fúria de forma generalizada? Ou será que você, ó ser rastejante, pensas que estamos em níveis de igualdade para conceder-lhe tal privilégio? Não! Chame-me do que queiras, não me importo com isso nem controle terei do que me chamares. Mas terás que assumir as responsabilidades pelo que falas, algo quase impossível de ser entendido por essa raça tão oprimida.

Percebo que estás em seus quatro cascos diminutos tentando colocar-se em pé, numa posição impossível para a espécie, o que faz com que sua “massa encefálica dentro do cérebro” fique impossibilitada de controlar seu instinto de dizer asneiras. Não consegues entender que é impossível tal concessão, ó Lemmus Asinus?

Queres que lhe conceda o direito de me chamar por você, mesmo dizendo que sou nazista? Lemingues não tem senso do ridículo, nem da vergonha, nem do limite.

Sei o que dirás,ó ser rastejante de O Raio que o Parta. Sei que dirás que não me chamaste de nazista, não é verdade? Dirás que só fizeste uma simples comparação. Dirás que meu ódio é SÓ BASTANTE PARECIDO com o dos nazistas e que só te fez lembrar daquilo pela forma como faço livremente, de forma desbragada para fazer ressoar em alguns espíritos despreparados, puros, pios, por tal conteúdo não ter passado antes por alguma espécie de controle moderador. Não é mesmo? Talvez seja como aquela forma de ser parecido mas ser diferente, não é? Uma espécie de Denorex, parece mas não é. Essa é velha hein? Já tinha nascido para saber dessa? Ou será que é mais ou menos como ódio e fúria essa comparação? Ó supremo entendimento lemingue, por qual caminho ainda passarás antes do destino derradeiro.

Queres saber porque guardarei seu e-mail com muito carinho? Simples. Se sou nazista, vá a polícia. Vá agora. Vá já. Denuncie. É crime inafiançável. Só terás um problema. Terás que provar que sou nazista. E isso é prova que não tens e difícil de apontar aqui. E eu, agora, tenho prova de onde vens. Acima disse que daria mais explicações sobre a necessidade de seu e-mail original. É verdade. Não preciso do seu e-mail real, basta seu IP. Feliz por saber isso? E sou tão nazista que verás a indicação de leitura que faço num próximo texto, que deveria estar fazendo agora no lugar deste texto. Percebam, isto tudo o que escrevi está em que tom? Em fúria? Em ódio? Façam suas escolhas, façam seu entendimento. Eu prefiro a força construtiva e multifacetada da fúria do que a destrutiva e simplória do ódio.

Terceiro e último paragrafo: Não me apraz vossa congratulação, mesmo que séria fosse. Tampouco é boa sua ironia. Outra hora publico o melhor comentário que já recebi. Nem comento sobre querer ou conseguir escrever como eu faço neste blogue, me tomar como exemplo para algo diz muito sobre a pessoa.

Omitir o seu Blogue foi a pior coisa que fizeste. E por vários motivos.

1 – Omitiu seu blogue por quê? Medo de que eu leia e critique o que ali está? Se achas que tudo o que está aqui é “merda” termo muito usado por uma pessoa que consta em seu texto,e precisa de mais espaço na, como direi?, mídia, seria uma forma de atrair leitores e simpatizantes. Acho que perdeu uma oportunidade, visto que deixaste bem claro que discordou do que aqui está e, mais uma vez, prova o jus que fazes a sua origem, aquele lugar longe pra burro e só burro consegue alcançar.

2- Se usaste um nome ao estilo Ocram de criatividade não acrescentou nem diminuiu em nada em seu comentário. Nem lhe torna mais ou menos corajoso. Foi bom pela provocação, basta isso pra você se satisfazer? Pouco hein?

3 – Se usaste o nome real e não pseudônimo, e tens o mesmo nome registrado em seu blog – se é que o tens – além de covarde por não colocar o seu endereço real – que no fim das contas não teria nada demais e lhe seria ótimo como disse no item 1 – é burro. Sinto, mas me parece, e é só um leve sentimento este que nutro, que a burrice até agora foi recorrente em tudo o que está contido em sua pessoa registrada pelos seu comentário.

4 – Oãoj é um lemingue de grandes colhões. Demonstra ser um bravo como nenhum outro, ele não quer ver exposto seu lindo Blogue “associado a este monte de merda”. Não vai querer um nazista, como eu, andando pelo seu gueto, não é verdade, Oãoj? Entendo. Você vir remexer na merda foi por acidente ou por gosto? Alguém mandou ou veio por boa vontade e valentia? Crueldade perguntar isso, né? No meu blogue eu publico um monte de gente – um monte quer dizer um, dois no máximo – que discorda de mim e vários como você que odeiam tudo. Mas não quero saber qual é seu blogue,sou grato por isso, já imagino como seja o “sítio” – como gostam de dizer os parasitas esquerdopatas – e poupo tempo ao não lê-lo. Mas não tenho dúvida que é aquela coisa que um fala e todos do bando dizem: é, ééé, éééééé’. Já assistiu a Revolução dos bichos? Peça na sua locadora, é mais fácil do que ler o livro. Aposto que você se identificará com os porcos. Não tem lemingues no filme. Lemingues só no Brasil e aqui, neste blogue onde as metáforas animais não são falsificadas, nem eruditas.

Do Postscriptum: Não merece comentários, cada um com seus problemas psicológicos e pratica seu onanismo com o que tem em mente como bem pretender. Então falo de mim, afinal, é disso o que importa nesse blogue, da minha sanidade. Amigos e familiares – muito mais meus familiares – sabem da minha capacidade de perceber coisas – chamarei de coisas – as mais simples, as mais ligeiras, as mais escondidas e, que basta uma evidência, uma só que seja, mesmo uma quase que imperceptível, que alguém deixou passar por distração ou inépcia e consigo chegar naquilo que todos tentavam esconder de mim.

Sad but true.

Falei de problemas psicológicos em algum ponto acima, volto a falar agora. Não darei o prazer de terem tirado de mim aquilo que vocês adorariam que eu dissesse. Vale tanto para este comentarista, quanto para a legião que o segue tentando. Não lhes darei o prazer de ser ou me tornar aquilo de que acusam nos outros.

Como o comentarista que citei neste texto disse que sou nazista – e se ainda não foi até a polícia, vamos ver quem chega primeiro, hein Oãoj? – , talvez o tenha feito por ter o costume de dizer que pertenço aquela raça, que fala alto e de um forma um tanto, como direi?, furiosa – mala sangre. Então deixo duas frases que escutei pela vida toda que servem como uma lição a ser tomada, só para terminar este longuíssimo texto, ensinamentos Ocramianos.

1 – No hay como vivir sin pundonor.

2 – No creo en las brujas, pero que las hay, las hay.

Longo, não foi? Mas foi como prometido no primeiro parágrafo. Lemingues tem muito a nos ensinar. E eu adoro isso, pois me faz um bem danado, me faz querer ser um pouco melhor a cada dia, a estudar um pouco mais. Me mata de cansaço,pois são aqueles que não consigo parar de escrever até ter respondido de forma adequada a tudo, por isso a coisa fica longa. É a fúria, um tipo dela. E como espero ter ido um pouco além do que ter respondido a um mísero lemingue isso cansa um bocado. Estes costumam ser os mais decentes, os mais educados. Os que são apagados direto que vão direto para uma caixa toda especial, para melhores cuidados tentem imaginar como são. E faço tudo isso por motivos mais nobres que não preciso propagar para me enaltecer.

Faço tudo isso por mim, é verdade. Já disse que é minha terapia. Mas faço pelos outros também. Há cura. Basta encontrá-la. Enquanto não encontro, chuto-os.E quando os chuto, estou lutando contra aqueles que querem calar a todos. Aqui não. Fora lemingue. E percebam uma última coisa que é recorrente a todos os lemingues. Quando criticam eles nunca são isso, nem aquilo, nem o fazem por causa deste ou daquele outro. E isso não é evidência de nada! é pura loucura minha. Isso nunca foi característica de um bom esquerdopata, certo? Talvez eu esteja confundindo a todos esses seres rastejantes e todos são da mesma espécie de Oãoj, o Lemmus Asinus.


Quem será esse Ocram?

19/07/2008

Como sabem, um dos meus esportes prediletos é chutar lemingues, lemingues brasileiro, claro! Falo dessa espécie raivosa, traiçoeira, rasteira, peluda, imunda, quero dizer, falo dessa classe – classe na linguagem lemingue – que é toda especial. Uma vez que, os lemingues originais, aqueles pequenos seres peludos rastejantes que seguem seu líder até a morte nunca vi pessoalmente nem em Zoológico. Como eles habitam o outro lado do planeta, numa região em que nunca estive, portanto, fica clara a impossibilidade de ter dado um mísero chute em pobre animal em seu habitat natural.E -o pior de tudo – como não sou um erudito, nem no melhor nível uspiano do termo, daquele nível que troca propositalmente o nome de animais para mostrar extrema erudição e falsificar fatos, diferentemente desse tipo de erudição, eu costumo usar metáforas como elas devem ser usadas.

Mas seguindo. Qual o propósito deste texto? Ensinar ou chutar alguns lemingues? Talvez os dois. Por que não unir o útil ao agradável? Vou fazer os dois, portanto. Tudo isso por causa de comentários recebidos e apagados enviados por lemingues raivosos – ô raça asquerosa – que continuam a perguntar: Quem é você? Esses são aqueles que gostam de impor respeito ao melhor estilo brasileiro, esses costumam dar a velha carteirada, coisa de gente nobre. Outra: Por que se esconde atrás de pseudônimos? E a melhor de todas: Não é,ô anônimo?

São perguntas de pessoas extremamente inteligentes, sagazes, competentes, pessoas que são realmente de fino trato e que responderei, de uma vez por todas, da forma mais Ocramiana possível,ou seja, a patadas no portuga e na manada. Todas estas perguntas afligem tanto as pobres almas lemingues que merecem uma resposta definitiva. Vamos por etapas.

1 – Se querem saber quem sou, o que faço, esse tipo de coisa, há uma aba ali em cima escrito OCRAM. Basta clicar e ler. Difícil este procedimento de pesquisa, não é? É uma descrição que considero inútil e sem valor . Não há o que ter dúvida. Está tudo ali o que não importa. O que importa ninguém conhece, nem eu. E só uma pessoa muito estúpida, que tem um medo tremendo de ser descoberto, faria uma coisa dessas. Como detesto essa coisa de se descrever e não tenho a menor intimidade com o velho portuga – como todos podem constatar-,no final das contas sempre fica de uma maneira porca e que não descreve de maneira digna o que deveria descrever. Mas que ali tem muita coisa, isso tem.

2 – Como esse tipo de pessoa que faz esses comentários são extremamente esforçadas, estudiosas, enfim, eruditas ao melhor estilo do primeiro parágrafo, vamos ao dicionário?

2.1 – Anônimo

1 – que não tem o nome ou a assinatura do criador; sem autoria

2 – que ou aquele que não revela o seu nome

3 – que ou o que é obscuro, desconhecido; que ou o que não tem nome ou renome

Precisa explicar mais ou preciso desenhar? Está completamente descartada a hipótese deste Blogue ser escrito por um autor anônimo, pois leva seu nome até no título. Poderiam dizer obscuro? Sei lá, vai da capacidade de cada um. Como já comentou um pós-graduando uspiano, nervosinho com o que escrevi, quis demonstrar como a perspicácia e ligeireza deles – dos uspianos – e que ele era demais e que eu era um sujeitinho preconceituoso que se escondia de forma tosca, que ele conseguiu decifrar o enigma de uma forma inegável e imbatível. Pois bem, nem isso podem dizer. Quem diz que sou um anônimo é um analfabeto, é um burro, enfim, um lemingue. Seguindo.

2.2 – Pseudônimo

1 – nome adotado por autor ou responsável por uma obra (literária ou de qualquer outra natureza), que não usa o seu nome civil verdadeiro ou o seu nome consuetudinário, por modéstia ou conveniência ocasional ou permanente, com ou sem real encobrimento de sua pessoa, situando-se entre a anonímia e a criptonímia

As outras acepções não acrescentem muito, já é mais do que suficiente para chutar, pisotear o pobre lemingue analfabeto até virar pó, ou uma mancha no chão. Fica assim descartada a hipótese de uso de pseudônimo pelo escrevinhador deste maldito Blogue.

Nesse último item há uma coisa intrigante, não há? Eu sei que há algum lemingue por aí que irá até o dicionário para querer me pegar. Sei como pensam e este estará dizendo: Ahá!, essa canalha nunca se revela, vou ver o que é “criptonímia” e acabar com esse sujeito pedante de uma vez por todas. Vou desmascarar esse canalha.

É isso aí. Vão lá pesquisar o que é criptonímia porque essa eu não vou publicar aqui. Já disse anteriormente, mas não custa repetir, só mesmo pessoas muito sagazes, extremamente inteligentes, profundamente estudiosas das criptografia – olha! – poderiam descobrir quem é esse sujeitinho “ Anônimo”, que usa “Pseudônimo” , que não tem coragem de se identificar nos textos que escreve e que é um invejoso lazarento. Quem será esse sujeitinho oculto afinal?

Ó, mundo cruel.

 

PS: Sabem o que é verdadeiramente intrigante? Não são os raivosos que patrulham qualquer coisa por qualquer Blogue insignificante por aí o que mais me intriga. Não! Nada disso. O que me intriga de verdade é que até hoje não consegui encontrar uma única pessoa que se interesse ou tenha feito esta pergunta. Quem é o “sujeito oculto” nas frases de Lula quando ele diz:

Estou convencido de que…”

Quem?

Tá certo que ele fala diferente. Ele fala: EFTOU CONFECIDO QUI... e fala disso e daquilo e daquilo outro, tudo com muita convicção. Mas eu me pergunto: Convencido por quem? Por que só eu tenho curiosidade nessas insignificâncias? Ninguém liga para o que vai acima? É simples demais? Insignificante demais? O sujeito – Lula, o incefalópode – sempre disse que não gosta de ler. Se não gosta de ler não gosta de estudar, e ele já disse isso também. Se não gosta de estudar há de ter alguma forma de todo o conhecimento incefalopódico, tantas vezes propagado mundo afora ter entrado naquela massa encefálica dentro do cérebro. Tem lógica minha pergunta ou não tem? Se não foi por leitura, foi por que meio? Obra divina, contato direto com Deus? Quem é o sujeito oculto por trás de lula?

Sei que não é UM sujeito oculto, é uma legião. E todos são um, representado por Lula, o incefalópode, aquele que é o disseminador mor da incefaloatia.

Mas sabem como é, o Lulismo se acha superior ao Cristianismo. Tanto que o emula em muitas coisas. Vai ver a convicção de Lula seja obra divina mesmo. MAs ele e seus discípulos vão criando coisas em sua missão de proselitismo que deixarão marcas por muitos e muitos anos, todas emulando da forma mais asquerosa o cristianismo. Todos sabem mas relembro de alguns fatos.

Jesus nasceu de Maria, a virgem. Maria nasceu virgem. Lula nasceu de Lindu, uma analfabeta. Lindu nasceu analfabeta. É ou não é uma emulação progressista? Claro que é! Virgindade é coisa do passado. Além disso, Lula, como católico fervoroso e honesto que é, já disse que é um homem sem pecados. Quer coisa mais sublime, mais pura, mais divina do que este homem na face desta terra, ou como diria, defte paíf?

Não preciso dizer mais nada. Não sei se consigo ser mais louco do que já sou. Talvez consiga ser mais louco do que possa imaginar do que já sou, aí seria um feito e tanto. Tudo depende da forma como se apresenta a realidade diante cada olho. Vá saber se preciso de óculos ou de psicólogo. Vá saber.


Ai que preguiça.

16/07/2008

Eu poderia falar da participação do cachorrinho do congresso ao lado de um incefalopodinho, ou seja, um dos filhos do uômi, candidato a vice-prefeito. Mas fiquei com preguiça.

Eu poderia falar mais da segunda festa da toga na mansão de Ocram, mas a festa terminou. A cizânia dotôgadal aumentou durante a semana. Estamos em plena Dotô Wars. Então, fiquei com mais preguiça ainda.

Falaria de Supremos Dotôs Federais que gostam de posar para revistas para mostrar sua intimidade, que gostam de aparecer nos jornais para falar disso e daquilo, homens muito respeitados e de notório saber – e poderia ser diferente?! – agora, ficam trocando gentilezas com outros dotôs em praça pública. Recato é coisa do passado ou do, como direi?, “império decadente”. Supremos Dotôs brasileiros trocam farpas com outros pela imprensa. Poderia falar mais, mas fiquei com preguiça.

Falar em coincidência das viagens do uômi, aquele ser humano mais nobre, mais puro, mais ético, mais moral defte paíf, com grandes operações feitas por uma polícia mais exibicionista do que candidato ao BBB, mais pirotécnica do que Blockbuster Hollywoodiano, policia que de ve ter um departamento todo especial por se mostrar mais criativo do que todos os grandes escritores da humanidade juntos para dar nome a operações policiais, mas além de leviano levaria muito tempo, então fiquei com preguiça de tratar disso também.

Poderia falar de coisas menores, bem menores, bem pequenos, do tamanho de roedores de meia idade com mentalidade infantil e ainda são candidatos a prefeituras por aí, mas…mas…. mas….uuuuuaaaaahhhh – desculpe o bocejo – estou com preguiça e já está batendo sono.

Poderia falar de um canalha ancião, do proselitismo comunista em rádio/jornal/televisão, que me dá nas pelotas de montão, e de um video documentário que circula por aí,mas fiquei com preguiça de criticar ser tão abjeto novamente.

Poderia falar de um dotôzinho que criou O MAIOR MOVIMENTO GOLPISTA dos últimos anos, que chamou de golpistas as pessoas que por livre e espontânea vontade saíram às ruas para protestar de forma ORDEIRA, contra um governo corrupto e ineficaz que lhe incomodavam e as pessoas morrendo….Poderia falar do golpista que dizia que iria promover junto a outro dotôzinho engomado que precisa comprar espaço na televisão para ter importância mas eles estavam cansados. Tadinhos. Eu não CANSEI, não! Poderia falar sobre as asneiras que esse dotôzinho andou dizendo, mas estou com preguiça de comentar sobre essa gente, então paro aqui.

Poderia falar também de Dotôs que fazem abaixo assinado contra Supremo Dotôs, mas além de preguiça, fico triste. Logo após a festa da toga? Quanta bufunfa desperdicei.

Mas poderia falar também dos Dotôs que trocavam farpas para a imprensa posarem junto para fotos e discursarem. Isso aí! Assim que se faz! Dotôs profissionais. Poderia elogiar muito mais, mas sabem como é a preguiça né?

É por isso que digo: Dotôs dos Brasil, uni-vos. A solução é a ODB – Ordem dos Dotô do Brasil. Chega dessas ordenzinhas desorganizadas de Dotôs empolados. Façam como os progressistas e unam-se a minha idéia. A ODB será única.

Um espectro ronda Terra Brasilis, é o espectro da TOGA.

Toga la toga….áuu toga, toga, toga… Obs: Notaram como gosto desse ritmo?

Mas como a preguiça já foi além da conta e este texto era para ser postado antes de ontem, então, para terminar, a frase do filósofo maior desse país:

Brasil, um país de Dotô, para os Dotô, pelos Dotô.

Dêxa uzômi si isbaldá…dêxa.


Não deveis criticar gênios. Ou a sensura da censura.

11/07/2008

Penso que ao ser concebido não recebi a instrução devida que grande parte dos brasileiros receberam para seguir na vida. Se recebi, minha burrice, minha falta de inteligência, minha falta de memória, minha incapacidade de colocar em prática o que acabei de aprender me fez esquecer deste mandamento sagrado: Não deveis criticar gênios.

Então, Ocram – eu -, um pecador, admito que cometi um grande pecado, que foi fazer uma crítica a Reginaldo Leme, que segundo Magali, uma amiga sua há mais de 30 anos diz ser um “gênio de jornalista de Fórmula-1”. Quem sou eu para dizer que não o seja, não é?

Mas vamos ao que interessa, estou enrolando demais e vou praticar um dos meus esportes prediletos: chutar lemingues. Chutar lemingues é minha forma de mostrar e combater o pensamento único e como o controle cultural está disseminado da forma mais asquerosa por este país. E deixo o melhor para o final, como sempre. Escreve a este importantíssimo e amplamente conhecido Blog um tal de Roberto Fernandes comentando neste texto de 19 de maio de 2007.

Quem perdeu a capacidade de pensar foi você, jogando esse monte de porcaria num veículo de comunicação de massa como este. O problema é que aqui todos fazem o que querem. Não é, ô anônimo? Não há sensura nem nada que filtre o que poderia ser divulgado ou não, pelo menos para não agredir aqueles que ainda pensam.”

Ele escreve no meu texto mais comentado até agora, com a incrível, impressionante, inigualável marca de 13 comentários! Este texto ganha em número de comentários de outro que fazia uma campanha para que outro gênio da crítica esportiva, Sílvio Lancelotti, saísse de um canal e Ocram – eu – entrasse em seu lugar. Sei que é meio difícil entender ironias por estas bandas, mas vou fazer o quê?, eu continuo fazendo algumas. O interessante é que com Lancelotti, algumas pessoas apoiaram e outras ainda acrescentaram fatos relevantes a minha crítica. Contra Reginaldo Leme não, o cara é mesmo demais e o pessoa gosta dele de verdade. Parabéns. Só uma comentarista gostou do que escrevi e entendeu completamente qual era a minha crítica – que é contra o que se pensa e não contra a pessoa – e um outro que aconselhava a ser mais comedido.

Para quem tem paciência leiam meu texto novamente que deixei no link acima e não percam os comentários. Vou responder diretamente, quero dizer, começar chutar o lemingue Roberto Fernandes agora.

Primeiro. Imagino que deva ser um estudante de jornalismo, pelo endereço de e-mail que colocou e mais ainda pelo que pensa no que escreveu. Nome de escola/faculdade não faz o nome, nem fama, nem a capacidade de ninguém, mas é um detalhe que serve de referência para se começar a verificar o nível de um interlocutor. E o que penso disso? Para ser simples, lixo.

Segundo.Veículo de comunicação de massa? É mesmo? Que veículo, a internet ou o blog?Andou aprendendo com a Wikipédia, foi? Puxa! Então quer dizer que se eu pensasse eu deveria publicar meus pensamentos, e que esta seria a melhor coisa a ser feita, num diário e guardar na gaveta só para mim? É, talvez seja uma boa idéia. Só que daí eu escreveria assim: Querido diário, hoje, Reginaldo Leme voltou a dizer mais uma vez que Alonso tem uma personalidade forte, meio agressiva, por não ser uma UNANIMIDADE em seu país e isso mostrava muito do seu caráter. Como um sujeito pode pensar isso?…. e blá blá blá, ao final ainda escreveria, boa noite querido diário, você me ajudou muito esta noite, até amanhã, beijos. Não seria fantástico? Meio gay mas seria ótimo! UUUUUUIIII! Até desmunhequei ao levar a mão ao mouse. Ai que meda dessa gente que não gosta do que escrevo, que não tolera o que penso. UI!

Mas eu sou um cara cruel, eu sou católico apostólico romano E corinthiano, branco, gordo e heterossexual, quer mais cruel que isso? Eu publico o que quiser, da forma como quiser NO MEU BLOG e, aqui, NINGUÉM faz o que quer, não. Aqui só eu faço o que quero por ser o único sujeito a escrever neste Blog. Aqui a responsabilidade toda é minha. Do que eu escrevo e do que permito de comentário publicado. Duro agüentar essa gente opressiva, não é?

Se lerem os comentários verão que tem gente que pensa que sou jornalista. Eu entendo isto não como um elogio, mas como uma séria ofensa… aos jornalistas, claro. Quer dizer, aos jornalistas sérios, inteligentes, com cultura e não como aqueles que saem dizendo que erudito são sujeitos que não sabem distinguir a bandeira da Inglaterra da Grã Bretanha e querem ser levados a sério, por exemplo.

Do anonimato é até cansativo dizer, mas volto ao tema por um simples motivo: tenho grande impressão de que este sujeito é estudante de comunicação social ou jornalismo. Se assim for a coisa piora, pois mostra o quanto incompetente é. Não ligo que me critiquem, não ligo que me critiquem até xingando, mas que tenham um mínimo de inteligência, publico sem o menor problema.

Mas vejam o nível do sujeito. Ele entra num Blog qualquer, lê um texto, não gosta, resolve comentar e não sabe contra quem está comentando. Mas tem ABSOLUTA certeza que sou um anônimo revoltado contra grandes personalidades. Tem absoluta certeza que sou um ninguém que quer aparecer a custas de gigantes. Aí sim eu me sinto ofendido e explico isto fazendo uma pergunta.

Que sujeito, com tremendo medo de ser reconhecido cria um pseudônimo e ainda por cima coloca esse pseudônimo no título de seu Blog no qual somente ele irá escrever e, que é o seu exato nome escrito de trás para frente? Que sujeito temendo alguma coisa diz que tudo o que vai aqui é inteiramente de sua responsabilidade? O que pensam, que no dia que acontecer um crime aqui eu sairei falando como o homem mais puro do mundo que fui enganado, que não sabia de nada?

Falar que uso pseudônimo e dizer que o que escolhi revelaria a mais pura falta de criatividade seria elogiar. Melhor seria me chamar de burro. Seria , ao menos, bastante honesto. Teve até um pós graduando que quis mostrar como eu sou meio bobão nas minhas escolhas e pelas minhas críticas a uma universidade e quis demonstrar como seus alunos são espertos descobrindo meus segredos mais íntimos em questão de minutos. E os comentários deste sujeito foram publicados, mas foi o único editado até hoje por passar da conta do permitido. Da minha intimidade cuido eu. Mas é só isso? Claro que não.

Eu, o “anônimo” que criei um pseudônimo que nem os maiores estudiosos da criptografia conseguiriam decifrar, resolvo colocar uma aba, lá em cima logo abaixo da foto de cabeçalho e do título e, olha que coisa mais oculta e perversa, tem o mesmo nome do título.

Basta o sujeito clicar ali e ver quem é o autor, o escrevinhador deste maldito Blog, o que faz, o que estudou… Não é uma coisa assim muito inteligente para um cara que se quer passar por anônimo, não é? Mas fazer o quê? Eu sou um anônimo meio revoltado. Se o sujeito ler o que ali está escrito verá que tenho algo em comum com Alonso. Ele é um espanhol, eu sou um espanhol que nasceu no Brasil. Vai ver que é daí que vem tanta fúria, tanta revolta. É uma raça lazarenta essa, não é? Gentalha insuportável esta. Mas pensando bem, acho que critico assim dessa maneira por ser como Alonso, como Lula, como o PT. Vai ver é porque eu também queira ser uma unanimidade e me sinta frustrado. É, deve ser algo desse tipo…

Mas vamos terminar logo com isso. Vamos ao chute final, atenção no efeito da trivela. Vamos entender por inteiro o que o valentão, inteligente, erudito, grande pensador Roberto quer nos ensinar. Ele gostaria de ver uma “ SENSURA ”. Uma “sensura” para que se filtre o que pode ser divulgado ou não,para não agredir as mentes mais delicadas e geniosas deste lado do mundo. Deixa ver se entendi o supremo pensador.

Seria essa “SENSURA” a qualidade de ser sensato, de se ter senso? Seria talvez a capacidade de uma pessoa de julgar com ponderação e discernimento, de apreciar o belo, de perceber, de entender e distinguir o bom e o mau, o certo e o errado, o verdadeiro e o falso, o bem e o mal?Seria isso?

NÃO! Roberto Fernandes é mais um LEMINGUE ANALFABETO que quer o que todo esquerdopata, todo arauto na unanimidade, todo mentecapto adepto do pensamento único e da imbecilidade coletiva quer e luta para que seu ideal se concretize.

CENSURA!

Isso é o que eles querem, censura. Querem controle sobre tudo e sobre todos. Não suportam que alguém pense diferente deles, que pense diferente da manada, que escreva e não se envergonhe do que escreve – eu me envergonho dos porretazos que dou no portuga – que divulgue seus pensamentos e mostre o que fazem de errado por aí. Não suportam isso nem mesmo num bloguezinho particular que ninguém lê.

É por isso que escrevo este Blog. Não preciso de muitos motivos. Escrevo por mim e para mim. Não me preocupo se alguém lerá isso ou não. Até penso que quem me lê emburrece um pouco. O que eu gosto, de verdade, é quando alguém entra aqui e me corrige. ADORO de coração, pois é um tempo que alguma pessoa perdeu para tentar fazer outra, que não conhece, um pouco melhor. Mas já disse que escrevo basicamente por minha liberdade e por pura vontade de querer ser melhor. É uma terapia. Não ganho um tostão com isso, mas ganho, sim, muitas outras coisas que me são caras na vida. E são coisas que tipos como Roberto nunca terão, uma delas, liberdade.

Tipos como Roberto são escravos de si próprios.

Querem falar de censura aqui? Lugar errado. Aqui se luta pela liberdade. Fora lemingues.

PS: Não trato este texto como um comentário esportivo. Tratamos aqui de liberdade de expressão. E isso é pura política.

PS1: Uma coisa que percebo nos comentários que recebo é o aspecto pontual, taxado, datado, para um texto onde o assunto seja atemporal. O comentário do texto que causou este é de um ano atrás. Muitos textos são pontuais e datados. Aquele seria um caso se o criticado não continuasse a insistir no assunto até hoje. Por isso ainda não retiro o que disse naquele texto.

Como não discuto pessoas, mas sim as idéias por trás das pessoas, busco entender o que levam a fazer isto ou aquilo, tento buscar o que é atemporal. O que leva o sujeito que comentou hoje criticar um fato que critiquei a um ano atrás? Ele pensou ao escrever? Pesquisou? Por que ele quer censura numa crítica, num comentário de um Blog de uma pessoa irrelevante? Se alguns levassem em consideração os pontos que causaram a criação do texto,se pesquisassem para contradizer o que está no texto, haveria menos raiva, mais inteligencia. Acho, também, que entenderiam melhor.

 


Uma festa do togadogado.

09/07/2008

Para começar, togado é expressão de excelências, mas que tem o mesmo significado de balabocabo que é expressão do populacho. Na Mansão de Inverno de Ocram, nos Alpes Sulinos com vista para o mar, onde na festa anual só entra a nata dos Dotô defte paíf, “togadogado” é a farra da toga. Como podem ver, foi uma festa superlativa.

Toga la toga…áu….toga toga toga….

O populacho, ou seja, vocês, imaginam que Ocram não tem brilhantes leitores e que não freqüenta a alta sociedade nacional. Imaginam certo. A alta sociedade brasileira em níveis Ocramáticos é uma ralé, por isso faço uma festa beneficente anual para as maiores excelências, ou os que são assim chamados por essas bandas, de “dotôs”. Estas festas beneficentes ajudam abater no imposte de renda,entendem? Populacho não pensa nessas coisas…

Enfim, vamos ao que interessa para mostrar como essas festas nunca são inócuas.

Então quer dizer que o TSE decidiu que liberdade de expressão é coisa lá duzamericanus? Que não podemos escrever na internet, nem em blogs, nem em sites privados, nem nesses sites de relacionamento em quem apoiamos e porque apoiamos tal e qual pessoa nas próximas eleições? Não podemos falar as asneiras que alguns falam sem dar o mesmo espaço das asneiras do outro? Então…

Toga La Toga…áu….toga toga toga….

Quem disse que festa na casa de Ocram não dá resultado? Faz até demais, olhem aí. Olhem os efeitos práticas dessas reuniões.

Como sabem, contava com a presença do Compadre Cumpanhêro que faz chover para que desse sua contribuição com seus super poderes para nosso concurso de garota togada molhada, lembram-se? Como alguns duvidaram da capacidade Compadre Cumpanhêro e não suportando mais a gozação da maioria emendou.

- Duvidam é? Esperem só para ver. Domingo de manhã o Rubinho estará no pódio, na Inglaterra. O filho dele me fez um pedido e vocês verão o que acontecerá.

Ouviram as risadas a milhas de distância. Mas os dotôs não esperavam pelo que viria a acontecer no domingo. Aquilo era um milagre!

Os dotôs ficaram com caras aparvalhadas, não acreditando naquilo que viam. Fazer chover durante o concurso da garota togada molhada, tudo bem, deveria ser algum truque, mas fazer chover na Inglaterra? Esses dotôs sempre subestimam as capacidades de nossos mais nobres cumpanhêros. Especialmente quando se é compadre.

A versão que se lê e ouve por aí é a do filho de Rubinho rezando para que o pai tivesse sorte na corrida. É que nos tempos da novilíngua leminguista, rezar quer dizer entrar em contato com os homens mais próximos do homem mais puro que esta terra já viu. É uma confusão causada entre a realidade e pela relação próxima ao divino, com a santidade suprema estelar. As pessoas tem dificuldade em perceberem detalhes de uma realidade meio monstruosa. Mas é fato. Eu concedo essas pequenas pérolas de sabedoria ao populacho brasileiro para que possam desenvolver a massa encefálica dentro do cérebro, como diria o homem mais puro desta terra.

Mas a festa também teve suas brigas, ou quase. Ah, a inveja. O que ela não causa. O concurso garota togada molhada é só para as mais jovenzinhas,para as que ainda estão prestando o exame de aprovação de dotô. Mas a boneca suprema que gosta de antecipar votos para exaltar sua firmeza de posição impôs sua participação. Ao fundo ouviram alguém gritar.

- Vá para Haia que a parta.

Haia que o parta é outra expressão que só os digníssimos dotôs entendem. Mas o grito veio de uma das maiores decanas desta terrinha, conhecida carinhosamente por Loba que se fosse assim, ela também exigiria a sua participação.

Daí o povaréu começou a reclamar, a gritar que assim não dava, que desse jeito era melhor acabar com a festa. Gritos irados por toda a parte. Como solicitado tive que intervir nessa confusão impedindo que a Boneca e a Loba participassem por já serem pessoas de grande destaque, não necessitando mais de pequenos méritos como aqueles. Ambas aceitaram minha intervenção e foram colocadas de volta ao chiqueirinho, que é o lugar reservada as mais puras dotôs femininas. Não costumamos chama-las por dotôas por soar pejorativo.

Na verdade minha intervenção e o impedimento de ambas no concurso foi estético mesmo. Dizem as más línguas que o apelido de Loba, da nobre decana, deve-se ao fato de ter sido ela a amamentar Rômulo e Remo. Como a visão é uma parte importantíssima para o nobre trabalho de nossos digníssimos togados não haveria motivos para correr-se ao risco de expor e exaltar o que se arrastava pelo chão do dote físico da nobre senhora.

Mas tivemos muitas outras coisas. É que ainda são segredo de estado. Nem tudo que entra na festa sai a público. Mas teve um dotô que, exasperado,enraivecido mesmo, dizia que essa semana muita coisa viria a público. E era só esperar para ver, para aprenderem com quem estavam mexendo. E não é que saiu mesmo?

Genro da Loba, como diziam as más línguas, diziam que essa raiva toda era por sua incapacidade física de consumar hoje o que lhe era poético na juventude. Dizem que são alguns dos males do poder e, como eles dizem em tom jocoso: nóis istâmus nu pudê, intão é nóis que vamu ti fu…

Acho que deu para entender a rima. Alguns gostam desta, outros usam…

Dêxa uômi trá bá iá… dêxa!

Esses dotôs cansam a gente. Em cada cabeça uma sentença. No Brasil isso é levado ao pé da letra… da lei!

Como diria o filósofo, que não é bobo e sabe se aproveitar das brechas para encher os bolsos de níquel, ainda somos: um país de dotô, para os dotô, pelos dotô.

Que festa!


A Festa

04/07/2008

Este blogueiro da zelite branca opressora de sumpaulo se retira para os preparativos finais e recepção  dos digníssimos da grande festa deste final de semana na Mansão de Inverno de Ocram, El Terrible Impacable.

Como viram, as últimas semanas – e hoje mais especificamente  -  foram pródigas em fatos que fazem dessa República um exemplo para o mundo de progresso, de ordem, de respeito pleno a todo cidadão oprimido ou da zelite que não tem nada a reclamar a não ser a queda da bolsa. Afinal, somo o país daquele slogan:

Brasil, um país de todos. E já entro no ritmo: TOGA, LA TOGA….ÁÁÁÁUUUU  TOGATOGATOGA…

Ah, sim. Como já sabem Ingrid Bettancourt está livre. Como é um ícone que se perde na luta da causa de um outro mundo melhor possível, a preocupação de muitos se voltam para novos horizontes e isso aumentará o número de Dotôs em minha festa, que, portanto, estarão livres para propor e ensaiar o discurso para que traficantes, sequestradores, assassinos renunciem a seus atos atrasados a passem a adotar a atitude –  esta palavra usada em abundância por picaretas – dos progressistas que estão dando certo.

A festa promete.

Inté intão. 


Graças a Deus existe a Telefonica.

04/07/2008

Graças a Deus há uma empresa séria neste país: a Telefonica de São Paulo.

1- Conexões de internet ultra rápidas que nunca falham, cumprindo muito mais do que está em contrato.

2 – Linhas sem interferências e sem nenhum ruído, com um som tão nítido que é de causar inveja a qualquer Blu-ray da vida.*

3- Atendimento ao cliente extremamente rápido, personalizado, com pessoal altamente capacitado, educado e pronto para responder qualquer pergunta em questão de nanosegundos. Você nunca ficará mais do que alguns míseros milionésimos de segundo pendurado ao telefone, nem ouvir que sua ligação será transferida para outro setor ou pessoa competente.

3.1 – Atendimento tão eficiente que você nunca, eu disse nunca, terá que repetir os dados que você foi obrigado a digitar no teclado numérico para comprovar a procedência da ligação. Como diriam os expertos é exemplo de um “case” mundial.

4 – Faturas com pacotes de preços de ligações e de outros produtos extremamente baixos, chama-los de justo seria ofender, pois são ridículos de tão baixos, que nunca, eu disse, nunca ocorrem erros, ligações que você nunca efetuou, nem alteração de um pacote ou solicitação ou cobrança indevida.

5 – Se por causa de uma tragédia mundial for preciso solicitar um serviço de reparo, um técnico estará em sua porta antes de você perceber que a luz acendeu ao tocar o interruptor. E o reparo é tão eficiente e rápido que você nunca mais solicitará outro reparo sobre o mesmo problema, a não ser, lógico, que haja uma catástrofe mundial maior do que causou o primeiro problema.

Graças a Deus há uma empresa como a Telefonica de São Paulo, neste país rigoroso com o trabalho sério, justo e honesto. Com “Deus” na frase anterior eu quis dizer LULA, aquele que respeita e não interfere nas agências reguladoras, fazendo destas agências um exemplo mundial de eficiência e cobrança de cumprimento de bons serviços prestados aos consumidores.

Obrigado Telefonica pelo dia sem internet e sem danos ao meu trabalho. Obrigado Lula, por nos levar a cada dia rumo as trevas. O vermelho, o esquerdo agradece.

 

*Se alguém duvida da qualidade do som, ligue para o atendimento ao cliente da telefonica e fique escutando a musiquinha é ótima. É assim: Lalala lalala lalaláááá la la lalala la láááá.

 

PS: Post com asterisco é um luxo só! Diz aí.

PS1: Fico imaginando que urgências deixaram de ser atendidas pelo sistema da Polícia e dos Bombeiros por estarem desativados por causa dos excelentes produtos e serviços que a Telefonica oferece ao cidadão paulista. Como diria minha mãe: No dia que acabar a luz, ninguém saberá nem conseguirá fazer mais nada.

Já não deixa de ser uma verdade, não é? Sem luz e sem telefonia o “sistema” nunca funciona, então, o que fazer? Sei lá, colher babanas, caçar javalis…essas coisas de cidade grande que fazemos para sobreviver. Ainda bem que temos os valentes esquerdistas – como Lula e sua turma – que lutam bravamente pelo povo oprimido contra este sistema podre.Abaixo o sistema que não funciona, isso aí cumpanhêlos.

PS3: Ainda bem que alguém tirou a bandeira da Espanha que coloquei na janela de casa por causa da Eurocopa.Vai de ter um doido nervoso pela rua.

PS4: Para quem já ouviu a musiquinha do atendimento da Telefonica, aquele atendimento que é super veloz que quase não nos deixa em espera, pois é uma empresa temente a agência reguladora deste país do homem mais ético, moral e honesto deste planeta, sabem que a música é como escrevi acima. Só que meus ouvidos não captam essa musiquinha maledeta, eles captam outra, assim:

LULA LÁ, LULA LÁ, LUUULA LUUULA, LULÁÁÁÁ, LULA, LULA LÁ… LULA LÁ!