Se esses “analistas políticos” consideraram que perguntar de onde veio o dinheiro para comprar um dossiê fajuto, foi um golpe baixo, pegou pesado, foi fúria demais, imagina o que fariam com as seguintes perguntas:
- Presidente, ou melhor, candidato o senhor tem convicção de alguma coisa? Quem é o “sujeito oculto” das suas falas? Quem é a personagem que lhe convence de tudo?
Será que ele responderia tudo isso? Alguém aposta? Estou precisando de dinheiro, preciso ganhar uns trocos. Claro que não, caramba! Como disse num post anterior. Só há dois tipos de pessoas que ainda ousam votar no PT e no Incefalópode. As BURRAS e as MUITO BURRAS.
Primeiro vou tratar das falas do Incefalópode. Das falas não, corrijo. Das mentiras. Ah, quis dizer também dessa mula, digo, LULA que ocupa o posto de Presidente da República.
Quando o Incefalópode começa a tratar de algum tema, qualquer que seja,para não dizer todos, logo começa assim:
- Estou convencido…blá blá blá…e continua com um monte de mentiras.
Já repararam nisso?
Eu sempre me pergunto. Com todo o meu conhecimento do vernáculo que possuo! Convencido por quem? Quem é que alimenta essa mula? Quem é que convence essa inteligência extraordinária, quem? Não têm um “sujeito oculto” nessas frases todas dele?
É,quis dizer isso mesmo, sujeito oculto. Eu falo que maltrato o português, não falo? São os traumas da análise sintática deixadas pelos anos de primário. Sem repetir. Não repeti o primário, nem tinha progressão continuada por aqueles tempos. Eu que não estudei o bastante mesmo. Mas não repeti de ano.
Pois vamos lá, voltando. Se o tal LULA, O Incefalópode, não gosta de ler muito menos de estudar (sai da boca dele isso, que ele não gosta de ler. Não sou eu que estou dizendo, ele mesmo se vangloria disso). Quem é que governa a porra deste país? O sujeitinho é convencido. Convencido nas duas acepções do termo. Aqui o sujeitinho é o Lula.
Não sei quem convence o Lula, mas que é um sujeitinho oculto, isso é. E que alfafa contaminada esse “sujeitinho oculto” dá para comer, não? Já se transformou praticamente num mutante, LULA mais conhecido como Incefalópode, estará no próximo filme dos X-men. Provavelmente foi uma alfafa geneticamente modificada. Eles lutam contra isso porque querem o monopólio disso também. O monopólio da Alfafa Geneticamente Modificada. Depois falam que os X-men são ficção. Ah…conta outra! Tudo verdade. Já assistiram o filme que indiquei? Ainda não? Está esperando que? Vai até a locadora caramba!
Não é uma boa pergunta para um debate?
O cara não gosta de ler. Não gosta de estudar. Portanto não tem convicção de nada. Ele só é convencido, e nada mais do que isto. Convencido nas duas acepções do termo. É um convencido completo!
O pior de tudo isso, é que ele não tem capacidade alguma para ter convicção. Falta-lhe vontade para dizer o mínimo. Deram-lhe oportunidade de NÃO FAZER alguma coisa, e ele NÃO FEZ.
Não estudou, não estudará, nunca estará apto a ter convicção alguma. Sempre será um convencido. Continuando o tratamento com essa alfafa geneticamente modificada se transformara numa parasita humana.
Ops, será que foi falha minha isso, agora? Transformar-se-á ou já é uma parasita? Fiquei em dúvida agora. Algum biólogo por aí?O filho dele não vale. Não quero papo com essa gente. Ele já está bem Ele já está bem milionário, no cantinho dele. Que fique por lá. Gostaria que estivesse num cantinho mais apertado. Se é que me entendem.
Para terminar, o dicionário.
convencido
Acepções
■ adjetivo
1 que se convenceu; persuadido, convicto
■ adjetivo e substantivo masculino
2 Regionalismo: Brasil.
que ou quem se caracteriza pela presunção; arrogante, imodesto, pretensioso
Convicção
■ substantivo feminino
crença ou opinião firme a respeito de algo, com base em provas ou razões íntimas, ou como resultado da influência ou persuasão de outrem; convencimento

30/06/2007 às 03:18
[...] Mas não é culpa do atendente, que estava mais preocupado em enxotar do local um cachorro transeunte, ainda que ele não siga a regra que o Alessandro Martins criou de que os melhores atendentes estão nos sebos. A culpa é história e cultural brasileira, país onde o presidente declara livremente e sem medo de ser feliz que não gosta de ler. [...]