Mais uma para a categoria da Fúria.
Servidão Voluntária serve para descrever o nível dos formados em filosofia pela usp? Serve?
Será que é preciso me alongar nesse drama de texto para ver o quanto é gasto em dinheiro público? Que se formavam mal já sabiamos a muito tempo. Ser formado em Filosofia,se sentir ofendido porque foi chamdo de “Filosofo da USP”, encerro aqui meu caso. A usp morreu. Enterrem essa merda pelo amor de Deus. Ou deixem logo essa bosta para os que querem cotas.
Que fiquem com as cotas de bandidos.
E o pior ainda está por vir. Essa gente ainda se torna PROFESSOR.
O que esperar do futuro do Brasil?
Servidão Voluntária
30/08/2006Chamar Filósofo da USP de Filósofo da USP é ofensivo
28/08/2006Nunca chame uma pessoa formada em filosofia pela Universidade de São Paulo de “Filósofo da USP”. Nunca! Jamais! Ofende, nunca faça isso. Ela se voltará contra você dizendo que não agüenta mais ser chamado de Filósofo da USP.
Veja que o título que lhe foi conferido passa a ser uma ofensa. É agressivo demais para uma pessoa tão nobre ser rotulada dessa maneira. O próprio título que possui é uma ofensa inadmissível. Nunca faça isso. Repito, jamais chame alguém formado em filosofia pela USP de “Filosofo da USP”.
Mas porque digo isto? Vejam só, meus caros não-leitores.
Tudo começa com uma confissão de que o próprio “Filósofo”,ou melhor, Garçom (o “mercado de trabalho para Filósofos” anda muito difícil no Brasil não é mesmo!?) rouba no trabalho. Sim, isso mesmo,ele roubou e confessou. Uma roubadinha só, de leve. Uma não, foram “só”, duas vezes que ele cometeu tal ato. Não era nada demais! Mas que tipo de roubo esse Filósofo, perdão, Garçon cometeu? Ah!, nada muito grave, só vendia “por fora” bebidas sem os proprietários saberem.
Indignado com tal confissão, meu estado se altera (alguma dúvida com o título do Blog?). Pergunto ao sujeito se não se envergonhava disso. Não, claro que não! Conta o sujeitinho que uma garçonete até foi mandada embora essa semana por causa disso, mas ele é valente. Insistindo, aumentando o tom da voz, pergunto: como pode um sujeito ROUBAR o patrão e não ver problema nisso? Resposta, adivinhem vai. Vale a pena. Adivinhem.
“A CULPA É DO PATRÃO. MELHOR AINDA, DOS DOIS PROPRIETARIOS QUE SÃO UNS IDIOTAS.” Palavras do próprio e nobre FILÓSOFO.
Digam a verdade. Não é bonito isso? O cara rouba, os donos, lógico, ainda não descobriram e a culpa ainda por cima de tudo é deles. Tudo normal! Tudo dentro dos padrões da mais rigorosa normalidade. Ele até acha que faz justiça, pois trabalha mais do que o necessário. Faz coisas quem nem deveria fazer, pois foi contratado só como “Garçom”.
Ao invés do sujeito ir conversar com seu patrão e dizer que faz além daquilo para o qual foi contratado e negociar melhores condições para si, pois acha justo e merecido, o que o sujeito faz? ROUBA! Ah, não! O sujeitinho é valentão demais para isso. A culpa é mesmo dos patrões que não ficam ali onde deveriam estar. Um fica dormindo no carro e o outro na balada.
Inconformado com tal resposta, já completamente alterado pergunto. Como é que pode um sujeito formado em filosofia pela USP (aqui a conotação que dou é: na que é considerada a melhor faculdade do país) vai trabalhar, rouba e acha isso tudo normal? Como pode um filosofo da USP fazer isso?
Foi aí que cometi um incrível erro, entendem? Aqui eu agredi sua pobre alma e doce. Não era o Filósofo da USP que estava ali ROUBANDO, era um garçom. Um proletariado. Gente do povo. Como fui tão burro em não entender isso?
Há algo de podre nessa USP, principalmente nas áreas assim chamadas de humanas. Já é sabido isso há algum tempo. Mas chegar ao ponto de uma pessoa de nível superior, ROUBAR assumidamente e ainda assim a culpa pelo ROUBO ser do empregador, AH! tenham dó. Quanto dinheiro do contribuinte é gasto com gente desse tipo. Formar gente para o mercado de trabalho, esse é a finalidade do ensino superior brasileiro. Formado filósofo, torna-se garçom. Rouba e a culpa é do patrão! Quanto dinheiro do contribuinte para formarem vagabundos e sem-vergonhas.
Como estávamos almoçando em minha casa e tal sujeito alterado vem e levanta a voz , dizendo que não vai mais agüentar ser chamado de “Filósofo da USP” e ainda por cima mandando calar a boca a própria avó (isso me soa como uma ameaça ou estou errado?), tomei uma providência.
Passado alguns instantes quieto, respondo: Tudo bem, não quer ser mais chamado de “Filosofo da USP”,por mim, nenhum problema. Mas falar assim comigo, nesse tom, em minha casa, comendo a comida que eu tive que trabalhar pra por nessa mesa, você não irá nunca mais, pois a comida que está no seu prato e lhe cai bem foi posta aí com o suor do meu trabalho, está entendido?
Nobre como um “Filósofo da USP”, se levanta e se despede de seus outros familiares e se retira da casa.
Só nessa descrição do fato, dá para ficar horas discutindo filosoficamente do porque do comportamento do tal sujeitinho ser dessa maneira. Dá para citar até mesmo autores. Isso para um cara que não é “FORMADO EM FILOSOFIA” como eu. Mas vejam. O sujeitinho é livre. Muito livre. Tão livre que não consegue ouvir aquilo que lhe ressoa na alma, ou seja, A VERDADE.
O fato de roubar já é simplesmente lastimável. O fato de o sujeitinho ter “Nível Superior”, no meu entendimento, é agravante. O fato do dito cujo ainda justificar seu feito culpando seus patrões, e não a si mesmo, é realmente admirável!
O sujeitinho é Filósofo.(Aqui do jeito que ele gosta, sem ser da USP, pois ele se considera melhor do que os seus companheiros “Filósofo da USP”). Como fico feliz hoje ao lembrar do dia em que me disse: Você não vai entender esse livro, precisa de muitos conceitos filosóficos para entendê-lo e você não é da área. Não vai entender nada. Querem saber qual livro? É este: Como vencer um debate sem precisar ter razão de Arthur Schopenhauer. Se lesse a introdução de Olavo de Carvalho, talvez não diria tal baboseira. Mas hoje, tenho a certeza em dizer, que se feito isso, não seria quem é.
Realmente ,sou eu que não entendo NADA de filosofia. NADA. Deve ter sido realmente muito proveitoso o curso! É com um intenso jubilo que satirizo a mentalidade desse nível de pessoa com um simples dialogo de duas linhas. Relembrando um de seus momentos áureos de faculdade com um seu companheiro para não dizer que o hábito persiste,afinal, Filósofo não é somente um “diplominha” estampado na parede não é mesmo?
- E aí veio, vamos dar um pega ali no matinho, brother?
- Vai lá, “filosofo da USP”.
Primeiro Post
27/08/2006Primeiro Post.
Aprendendo ainda como funciona as ferramentas do WordPress. Ainda escolhendo e definindo como será o estilo do Blog,Categorias,Links…
Aos poucos tudo irá se encaixando melhor. Espero que funcione melhor que o ultimo blog. Parece lento mas as ferramentas me agradam, parecem ser melhores apesar de ser um pouco lento. Estou gostando muito do que vejo. Por enquanto.
Só o primeiro. Muitos virão pela frente. Há que se destilar muito veneno.
Escrito por Ocram Otineb
Escrito por Ocram Otineb
Escrito por Ocram Otineb 