Nojento!

17/12/2009

Não há nada mais nojento do que o blog do ancião com seu proselitismo vagabundo do partidão. Os amigos divertem-se mandando links do velho, não sei se para ler ou para fazer vomitar. Se leio, vomito.

Não escrevo por mil motivos. Minha vontade de continuar desmascarando o ancião e sua turba acabou-se.

É nojento demais pra mim, sozinho, haja estômago!

Mas outra hora volto, quando estiver disposto em bater na canalha que ninguém ousa desmascarar, pois antes só e falando do que ver a canalha livre, leve e solta a mentir e fazer proselitismo VAGABUNDO.

Pois é exatamente isto que são VAGABUNDOS! De marca maior, são mestres, são “professores”.

Demoro, mas volto. Até!


Violência no Esporte – Os comentaristas que não incitam violência e o capítulo da parábola.

06/12/2009

Achei!

La Fúria de Ocram tarda, mas não falha. Impressionante! Sim, impressionante! Achei o link que faltava para completar a demonstração do companheirismo dos camaradas professores, as reservas morais deste país. A violência no esporte, claro!, passa longe dos comentários boquirrotos dos jornalistas, comentaristas e dirigentes esportivos. O link que faltava do site do ancião eu mesmo encontrei, e, portanto, não apagou o que escreveu.

Primeiro a evidência do que há de mais elevado em moral e ético no jornalismo brasileiro, da mais refinada apuração de notícia, da melhor investigação de propaganda-notícia em primeira mão. Ops, propaganda? Desculpe, notícia, notícia. Pessoas refinadas assim não dão caneladas em desafetos, jamais! Vamos ao post de Juca Kfouri, do dia 19/06/2009.

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2009-06-14_2009-06-20.html

Aí está um jornalismo apurado, refinado, sucinto. Acompanhamento de dia de eleição, voto a voto, contagem minuciosa, técnica e mostrada com uma brevidade de causar inveja aos prolixos, como eu. Bastou 24 horas para publicar notícia tão importante.

Um jornalista de respeito deveria, ao menos, dizer quem criou o site, uma vez que está fazendo jornalismo, e, não dando cacetadas em desafetos. Não foi o caso. Juca Kfouri não deu a fonte. A fonte quem procura, acha.

O criador ou responsável pelo site www.foraluxa.com.br é um certo Caio Kizellevicius, conhecido como Alemão. Alemão tem fortes laços emocionais com a torcida Mancha Verde, assim como tem o presidente do time envolvido nesta questão, Belluzzo, aquele que disse “vamos matar os bambis” no meio daquilo que ele chama de “…família. Tive minha privacidade invadida…”. Certo, certo, volto nisto adiante.

Foto RegistroBR de www.foraluxa.com.br

Quem mostra o criador ou responsável pelo site foraluxa é um membro de um fórum chamado Palmeiras todo Dia: http://www.forumptd.com/

Foto Forum PTD

Clique nas imagens para vê-las em tamanho adequado, maior. Irá abrir numa nova janela.

O membro Maurizio consultou a mesma fonte que procurei, achei e li, mas na época não copiei. Ele copiou e hoje divulgo a fonte que está fora do ar, vejam em destaque – destaque do autor do post do fórum – o nome do responsável pelo do site, a fonte e o link para que todos comprovem de onde veio. Destaco o que escreveu Alemão no site da Mancha Verde para quem não consegue ler o que está na foto: “Sem comentário esta torcida! Nem melhor nem pior, Apenas diferente!” .Não sobra dúvidas para questionar envolvimento e paixões. E está conforme a pontuação do autor.

Isto é o jornalismo de Juca Kfouri, quem em 24 horas contou as visitas de um site criado por torcedores da melhor qualidade, que não são violentos, que não se juntam em família para cantar sambas e gritar “morte aos bambis, vamos matar os bambis…”, e que ainda abre espaço para seus companheiros-camaradas tenham espaço para trocar saudações socialistas.

Parabéns UOL! Parabéns Folha de São Paulo! Pessoal da mais alta qualidade faz parte destas organizações.

Gente asquerosa! Jornalismo nojento, repugnante, vil.

Essa gente que é cantada como os professores da ética, o ápice da moral, que continuam a fazer o mais vagabundo proselitismo, que se impressionam com alguns fatos de 24 horas e ficam sem palavras para fatos já passados de meses, já sabidos, mas que se calam por companheirismo-camaradismo. Não há um único jornalista que mereça ser tratado com dignidade que possa vir a público e dizer que não sabia das ligações de Belluzzo com as torcidas organizadas. Todos sabem dessas ligações, não só deste presidente, mas de todos os presidentes, de todos o clubes. Quando se fez este escândalo não estavam tratando de um fato novo, recente, mas de fato escondido, estavam requentando um assunto que não teve repercussão no momento em questão.

Dizer que saindo do Palmeiras tal sujeito voltaria a ser ele não é fazer jornalismo, é fazer proselitismo, e bem vagabundo. Pego um trecho de outro jornalista, de outro Blog, de outro jornal para verem o quão baixo chegou a moral no jornalismo brasileiro, o quanto de mais rasteiro há pelas redações deste país, e pego de propósito trecho do Blog de Luiz Zanin porque se trata de um jornalista que trata não só de futebol, mas também de cinema, cultura e – com e comercial! – afins. Obs. Aos curiosos, façam uma pesquisa sobre este & em várias línguas, serve até a wikipédia para começar a se divertir. Quando falo que ainda escreverei A dança dos Capetas a cada dia que passa menos gente ri. Não sei por quê! Mas vamos ao trecho final do post deste profundo pensador:

O que interessa, por ora, é que o caso Belluzzo deveria servir de reflexão sobre um assunto que, para mim, é fundamental: as pessoas, conhecidas ou desconhecidas, têm ou não direito a uma vida privada? Ou tudo se tornou público, para o deleite continuado da nossa sociedade do espetáculo?

Sim, porque não se iludam: a condenação moral é uma forma sutil de prazer.”

Volto ao meu prazer por meio de parábolas. Imaginem a seguinte situação.

Adolfo Ritler, um presidente simpático, professor de 9 dedos, culto, erudito, vai a uma festa de celebração d`A dança dos Deuses, dentro de uma organização que mistura escola de samba com torcida organizada de clube de futebol, clube que este presidente lidera, ou seja, trata-se de um momento de pura alegria num recinto familiar, um verdadeiro caldeirão da mais alta cultura que este país já produziu.

Em certo momento Adolfo Ritler pega o microfone e diz: “Vamos matar os Bambis, vamos matar os Bambis. Morte aos Bambis!”. E a família se abraça, pula, dança, gritos de alegria por todo o salão, mas não contavam com um Bambi repugnante, sujeito mesquinho e arrogante, infiltrado nessa organização familiar puritana que fez uma gravação clandestina, expondo a vida privada deste líder de irretocável história. E por causa desta gravação clandestina fizeram um escândalo que no final das contas não dará em nada porque este Bambi de segunda classe não se mistura com a outra raça superior, a dos porcos companheiros-camaradas. Questões que a genética explica, não se conhece o cruzamento entre porcos e cervos. Sim, Bambi era cervo, não era veado. Mas se veado fosse chamaríamos de cervo só para ostentar nossa erudição.

Uma semana de regrado silêncio forjada junto com a falsa indignação de difamação para quem é agressor basta para que o assunto caia no esquecimento da massa erudita que só se interessa pelo ápice da cultura nacional: o futebol. Não importa que alguns membros desta organização familiar semanas depois da divulgação do video, mesmo sendo feita com meses de atraso do fatídico acontecimento tenham agredido um atleta do clube em questão. Uma coisa não tem nada a ver com outra, uma vez que o presidente do clube, aquela pia criatura, só promete espancar juízes se for um-a-um, nunca um grupo contra um porque isso é coisa de veados, ou seja, Bambis no linguajar erudito. Claro que isso não influencia em nada o espírito de porcada, digo, manada desse povo refinado, superior.

Mas não se iludam, meus baratos não-leitores, por favor, a condenação moral é uma forma sutil de prazer. O melhor que se pode fazer nestes momentos, sendo um sujeito da mais refinada cultura é se refugiar na cumplicidade moral dos companheiros-camaradas e se calar diante de tais fatos, deixe que a coisa ande na maior tranqüilidade possível até que ninguém mais trate do assunto.

Fim da parábola. Fim dessa história suína com atores dignos das personagens, é a verdadeira dança dos deuses, a dança dos porcos, um chiqueirão.

Repito, gente nojenta, asquerosa, vil.

PS: Para terminar este texto, como diria Luiz Zanin, com mais um pouco de sutil prazer, aqui tem uma foto para quem tem em seu navegador o Snap Shots, uma pequena janelinha que se abre como pré-visualização de sites antes de clicar neles. A foto é pequena, não consigo achar outra pelo internet history, então publico esta.

Snap shot de www.foraluxa.com.br

Não sei o que mais me diverte nesta foto. Se é o que está escrito comemorando a saída de Luxemburgo do Palmeiras, fato que aconteceu semanas após a publicação do site, ou o número de 61250 sabe-se lá o quê, mas imagino que seja de visitantes, ou assinantes pedindo a cabeça do treinador ou sei lá o quê!  O importante é prestar atenção a um número que em Dezembro de 2009, com o site fora do ar e que só o snapshot mostra, é um número 3.51 vezes menor do que aquele publicado 24 horas após o site ir ao ar e ter a honra da visita de Juca Kfouri, aquele professor de moral, um exemplo de ética, o supra-sumo do jornalismo de qualidade.

Em todo caso, novamente: Obrigado UOL! Obrigado Folha de São Paulo! É com gente assim que se faz monumentos da esquerdopatia. Um abraço socialista bem apertado deste escrevinhador, com a foice na mão esquerda e o martelo na direita.



Num país sério Belluzzo estaria na cadeia.

26/11/2009

Tenho orgulho de dizer coisas que ninguém diz, nem disse, nem ousará dizer algum dia. Tenho orgulho de demonstrar como são alguns dos moralistas deste país, desmascarar um por um a canalha que entope as redações da imprensa brasileira. A minha parte faço assim, esporadicamente , aos trancos e barrancos quase como uma terapia. Quando um tema ganha certa dimensão tomo quase como um dever escrever. É pouco, é de graça, sem divulgação e, sei bem que poderia fazer muito mais e melhor. 

Belluzzo não está descontrolado, dizer que Belluzzo não está preparado para ser presidente do time dos porcos, como fica evidente por mais um ato num video agora divulgado, não é novidade alguma. Vejam como falam a canalha, mais um ato. Mas pensem um pouco, mais um ato? 

Como pode um fato de outubro ser novidade no final de novembro? É um fato que aconteceu antes da malfadada entrevista onde o sujeito, todo valentão, dizia que iria dar porrada no árbitro Simon, a verborragia de Belluzzo é novidade para quem? 

Eu, dia 10 de Novembro de 2009: Cadeia para Belluzzo e parcerias. 

Agora um dos maiores arautos da parceria, Juca Kfouri, hoje,26 de novembro de 2009: Fim da picada. Sim, desnecessário dizer, triste constatar: Belluzzo pisou na bola mais uma vez.Lamentável.Tomara que saia logo do Palmeiras e volte a ser ele.” 

Belluzzo não pisou na bola mais uma vez. O fato não é novidade, a coisa toda aconteceu em outubro. Quem pisa na bola mais uma vez é a imprensa condescendente com um sujeito que deveria estar atrás das grades, pelo que fala e pelo que fez e continua fazendo. 

Dizer “Vamos matar os Bambis” numa festa de torcida organizada, uma das mais violentas do Brasil, é evidência da moral de toda essa gente que se coloca como diferentes e melhores que todos. Da gente que comanda o time dos porcos – e a cada dia que passa a diretoria faz juz ao título que a torcida ganhou – aos comentaristas esportivos, os bons e velhos companheiros-camaradas mostram mais uma vez a miséria do país do futebol. Aqui, futebol é cultura. Aí está escancarada a cultura brasileira. 

Belluzzo não vai voltar a ser outro quando sair do Palmeiras. Belluzzo é assim, desse jeito. A imprensa brasileira é assim. Querem fazer crer que o sujeito sofreu influências que o descaracterizaram. Que sofre pelo péssimo ambiente, não há dúvidas, mas é um ambiente no qual escolheu viver e o conhece muito bem. Belluzzo não se transformou nisso, Belluzo é isso que todos vemos. Outros, querendo aparentar mais moderação e ponderação dizem que Belluzo não se preparou para o cargo que ocupa. Como é a mesma gente que trata Belluzo como “professor”, pergunto: Que preparo teve Lula – que coincidentemente é aum grande companheiro-camarada de Belluzzo – para o cargo que ocupa? 

Quero ver um comentarista esportivo responder a estar pergunta sem fundir os dois neurônios e sair de cabeça erguida. Nesta imprensa esquerdopata, proselitista, tendenciosa, covarde, asquerosa, como é a brasileira torna-se um dever fazer esta pergunta a quem ousa fazer tal ponderação. 

Vou além, Belluzzo escolheu viver neste ambiente e foi colocado num posto de líder. Ninguém forçou Belluzzo a ser líder do chiqueirão. Chafurda-se na lama quem quer. Belluzzo, o líder, chafurdou-se todo e esta lama respingou em toda a imprensa brasileira, repito, toda a imprensa esportiva brasileira. 

Já mostrei o que os arautos do moralismo andaram divulgando e o que acabam de divulgar. Mostrei as ligações de pessoas que pediam a cabeça de treinadores, mostrei aqueles que criaram sites e tiveram maior divulgação com a colaboração dos companheiros-camaradas da imprensa que, jamais disseram que tais criadores tinham ligações diretas com estas torcidas organizadas. Faziam o trabalho sujo que interessava a esta diretoria digna do apelido que tem, junto com a imprensa ressentida e seu comportamento característico de desmoralizar, difamar uma pessoa completamente. Agora aparece um video que o presidente do clube, todo fanfarrão, canta feliz e promete a “morte dos bambis”.  

Aí estão os “professores” do Brasil. Aí estão as “reservas morais” deste país. Aí está a sujeira dominante com toda sua pompa e circunstância. 

Num país decente essa gente toda estaria atrás das grades. No Brasil, são o norte moral. Não é a toa que o Brasil é isso aí, onde assassinos são perseguidos políticos e se refugiam livres, leves e soltos, onde golpistas são tratados como governante deposto, onde dotôs golpistas criam movimentos de desmobilização de movimentos realmente populares sem nenhuma ligação partidária.  

Esta é uma das faces do Brasil.  Y la nave va.

PS: Sou prolixo, não nego. Mas que tal cobrar gente sucinta antes de importunar-me? Sim, falo dos comentaristas de espolítica. E continuarei não publicando comentários que achar que não devo publicar.


Violência no esporte – Culpa dos comentaristas? Imagina!

23/11/2009

Um dos textos mais comentados deste escrevinhador, neste blog, é este: Violência no esporte – Culpa dos comentaristas. O que me incomodava naquela época, o texto é de fevereiro de 2007, era a quantidade de repetições sobre um mesmo assunto. Não que a coisa tenha mudado muito de lá para cá, melhorou um pouco, mas ainda insistem muito que time grande, time com história é inadimissivel cair para segunda divisão. 

Alguns comentaristas mais exagerados – para não dizer, mas dizendo: burros e delinquentes – não suportam nem que um time grande perca para um pequeno. É inadmisissível, imperdoável, desrespeitoso que isso aconteça! Se é assim para um jogo de futebol onde um time pode ganhar, empatar ou perder, quando uma briga acontece, então, é imperdoável que o time apanhe dentro de campo. E para mostrar como brasileiro é macho, seleciono a fala de Neto do dia 19 de Novembro de 2009, no programa Jogo Aberto:

“… tem que dar porrada mesmo, não pode deixar esses caras fazerem o que quiser com a gente, certo, véio! Tem que dar porrada mesmo, mano. Esses caras tacam pedra na gente quando vamos lá, quer brigar aqui, tem que dar porrada mesmo, véio.” 

Isto é Neto, na emissora mais delinquente do Brasil, a Bandeirantes. E imaginar que receberemos uma Copa do Mundo em breve! Neto, é o sujeito que tem opinião, e que tem modos. Que modos! Que linguajar! Não consigo ver Neto na TV sem lembrar da criação de Olavo de Carvalho, o supositório de opinião. Para qualquer asneira que Neto diz e alguém disser outra coisa, mesmo que esta outra coisa não contradiga o que Neto disse, o sujeito todo valentão e com autoridade ímpar, interrompe exaltado: “Mas é minha opinião, mano, é minha opinião!”. Um supositório do tamanho de dois Maracanãs não remediaria a delinquência de Neto. 

Agora volto só no título do meu texto, violência no esporte nunca, jamais, é inconcebível que parta da delinquência verbal de certos comentaristas esportivos, certo? Considero que até Goebbels diria que estou falando asneiras. 

No mesmo dia da briga do Maracanã também tivemos a briga dos porquinhos em Porto Alegre. Aí, quem ligar o destempero dos jogadores dentro de campo com a delinquência verbal do presidente do clube faria um despropósito, certo? Dizer que a “mídia de merda”, como diz a Toletinha, esconde muito do que os companheiros-camaradas fazem ou deixam de fazer, seria outro despropósito maior ainda. Então vou pegar as palavras do “Professor Belluzzo”, copiada do site de Juca Kfouri do post Fala, Belluzzo!, do dia 19/11/09 as 12h42. 

” Eu me rebelei contra uma arbitragem visivelmente arranjada no âmbito das “conexões” que você costuma denunciar.

Estranhamente, a questão Simon desapareceu de cena, mesmo depois do citado arranjador de resultados ter mudado várias vezes as explicações sobre seu erro crasso.

Jamais escondi que o time vem mal há tempos, isso muitos antes de meus protestos no episódio Simon.

Me envergonho das promessas condenáveis de aplicar uns tapas no desonesto.

Isso merece a condenação pública, geral e irrestrita.”  

Me envergonho! É isso aí professor, parabéns! Leio isso e penso, filosoficamente: Me cago en las madres que os parió! Deveria se envegonhar da gramática, também. Depois do julgamento que condenou Belluzzo por causa do que disse, não podendo assinar como presidente do clube dos porquinhos, o “professor” que precisa rever algumas aulas gramaticais – e quem corrige o erro do pronome é este anarfa de escrevinhador – disse: “… não me arrependo de nada do que disse. Só acho que, talvez tenha exagerado ao dizer que bateria nele…” 

Cito de memória. Mas o “acho” e o “talvez” ficaram gravados na minha cabeça. É, não falemos de violência no esporte, depois de duas semanas depois da língua solta a pessoa ainda “acha” que tenha exagerado na dose. 

Não condeno quem diz juiz ladrão no calor do jogo, ou logo depois dele. Até porque sobre juiz ladrão e jogos roubados Belluzo entende bastante, uma vez que considera a final do Paulista de 93 contra o Corinthians a maior vitória na história do seu time. Quem considera aquilo como a maior glória do seu clube não tem medidas do ridículo. Sem falar, mas falando, na honesta e gloriosa Parmalat, aquela empresa que gastou rios de dinheiro para fazer sua marca pegar no Brasil, o que na época estava difícil de se fazer a marca pegar, ter dois anos seguidos de insucessos com sua empresa parceira não seria uma parceria tão frutífera, rentável, enfim, gloriosa! Certo? O momento era aquele, e foi! 

Mas uma coisa é falar que o juiz é ladrão, como se diz popularmente, outra é dizer que é “arranjador”. Só falta me dizerem que é a versão erudita do termo, assim como aquele outro “professor” da USP fez com cervo e veado! Pior que isso é dizer que dará porradas no sujeito, aí é imperdoável. Como disse o inteligentíssimo Adalberto Piotto, cito de memória sobre o gol anulado de Obina: “o juiz de futebol que erra num lance desses comete um erro muito mais grave do que um presidente de clube que diz que vai dar porrada, porque é um erro que mexe com a paixão de milhões, e não uma coisa de uma pessoa contra outra”. 

Deus! É um fanfarrão. Não consigo entender como ninguém puxa a orelha de tão delinquente fala. Como se o presidente do clube não tivesse influência alguma sobre a paixão desses mesmos milhões. Aliás, tem muito mais influência, posso dizer sem a menor preocupação de cometer erros que tem até autoridade sobre boa parte dos milhões da citação. Daí vejam o quanto de delinquência há na fala destas pessoas que venho citando. 

Não consigo colocar um link direto para o texto da mensagem de Belluzzo para o blog de Juca Kfouri. Por isso coloquei título, dia e hora. Vale a pena ir lá, persquisar, e ler todo o texto. Outro trecho de sabedoria do “professor”, que precisa rever pronomes, vou copiar e colar aqui, seguido de uma pergunta e de sua resposta na entrevista dada a Revista da ESPN número 1.  

A “boa imprensa” me traz à lembrança as palavras do Príncipe de Salina, personagem do Gattopardo de Lampedusa: “é preciso mudar para deixar tudo como está”.”

Fica por conta de vocês o que Belluzzo quis dizer com “boa imprensa”. Então, mudando para ficar como está, pego a fala de Belluzzo na entrevista à revista da ESPN.

ESPN. Mas há treinadores que também esquecem quais são as suas funções. Foi por isso que o senhor demitiu o Luxemburgo?

Belluzzo. Não foi nada pessoal e nem quebra de hierarquia, como cheguei a dizer. Ele não poderia ter se manifestado sobre a nossa parceria com a Traffic. Essa é uma questão interna do clube. O futebol já é uma instituição muito peculiar, muito amadora. Se você deixa que as coisas se misturem, fica difícil manter o controle.

Certo! E tudo que Luxemburgo fez, foi dizer que um jogador que pertencia a parceira não jogaria mais sob seu comando, porque o jogador estava com a cabeça mais fora do clube do que com vontade de jogar. Como Luxemburgo é o cachorro morto do futebol brasileiro, todo valente chuta. Resultado: Luxemburgo demitido. Fosse outro treinador, fosse Muricy, por exemplo, seria citado como exemplo de competência, dignidade, de pessoa que não se rende aos mandos dos cartolas. Como é Luxemburgo… E o time dos porquinhos está aí, dando tapas dentro de campo e com ameaças de tapas fora de campo.

Perceberam a resposta de Belluzzo? Mudou os motivos da demição de Luxemburgo? É isso, mudar para ficar como está ou para ficar pior?! Quando os companheiros-camaradas se juntam para dar publicidade a torcidas organizadas que criam sites pedindo cabeças, só pode dar em boa coisa, certo? Quem toca nesses assuntos? Conheço eu e mais…

Publicar troca de mensagens entre companheiros-camaradas, também, não é incentivo algum para a violência. Imagina! Até porque a pessoa não se arrepende do que disse, só de algumas partes e estas partes dão muito o que pensar. É só mais um espaço jornalístico, opinativo, aberto, democratico… companheiristíco-camaradístico. Lembrem quem fica dizendo por aí que jornalismo isento é ouvir a outra parte, mas não fazem isso no seu próprio blog. Lembrem quem fica dizendo sobre a imprensa de merda aqui e acolá. Lembrem dos que falem que a esquerda, no Brasil, não existe mais e ainda publicam mensagens com saudações socialistas. Lembrem dos verdadeiros patrulheiros, dos dedos-duros, dos progressistas, dos que Caetaneiam a nossa vida. Estão aí, livres, leves, soltos e com títulos de “professor”.

Merecem o título, sempre tem muito a nos ensinar. Eles enchem o saco, mas conseguem se entregar com as próprias palavras. Não é preciso nem apertar, apertando um pouco contam tudo.

E assim vamos, escondem o que se passa na casa dos companheiros-camaradas até que a coisa exploda aos olhos de todos e a casa caia sobre a cabeça de alguns. É mais fácil expulsar dois jogadores que se esmurram dentro de campo porque isso mancha a história do time dos porquinhos, do que expulsar presidente que promete dar porrada em juiz de futebol. Se não foi expulso é porque foi coisa digna do clube e, de forma alguma, mancha a história do clube. E isto nem preciso perguntar se é certo ou não, já é fato e é mais que certo. É digna dos porquinhos. É por estas e outras que colocaram este animal como símbolo do clube, coisa que, aos poucos, os porquinhos foram aceitando com naturalidade.

Ainda não vi gambá sair cantando por aí que é gambá. Ainda não vi cervos, quero dizer, veados, saírem por aí dizendo que são veados. Mas os porcos já aceitaram há muito tempo.

Mas voltando aos companheiros-camaradas-professores, enquanto há lucro comemoramos escondendo os podres, quando o lucro não parece que virá nos aconchegamos ao moralismo bocó dos companheiros-camaradas que dominam toda a “mídia de merda!, que são o ultimo refúgio dos… dos… está dificil encontrar uma palavra compatível com as personagens, com os patriotas. Pronto!

E terminamos assim, vendo os porquinhos se chafurdarem, tristes por um lado, felizes por outro.

PS: Saudações capitalistas, conservadoras e reacionárias.

PS2: Lembram que disse que ainda publicaria um livro chamado A dança dos Capetas? Aquele que seria um livro sobre esporte, sociedade, história… assim, coisa bem erudita? Já começo a pensar de forma bem séria sobre o assunto, porque não tenho vergonha do que escrevo quando trato deste temas por aqui, quando erro, corrijo e não preciso de ninguém para me defender, muito menos defender intelectualmente. O livro que enseja a vontade para que escreva o meu, seu autor não tem mais a coragem de dizer nem o título do livro. Contenta-se somente com o subtítulo. E o que era um historiador medieval agora é apresentado como um professor aposentado, estudioso do esporte nas diversas sociedades. O jornalismo brasileiro me dá nojo.


Dia da Consciência Negra não se trabalha.

20/11/2009

Nasci branco. Minha consciência é branca. Hoje é sexta-feira, dia de branco. Em São Paulo é feriado. O que fazer?

Vou trabalhar!

Se no dia da consciência negra, em São Paulo, não se trabalha, eu trabalho.

Viva os novos costumes dos progressistas.

Brasil, sil, sil…

PS: Dêxa uzômi trábáiá… dêxa!

 


LUZ!

14/11/2009

É tão bom viver num país que não falte luz. É tão bom viver num país que em menos de um ano não faltou luz pela quinta vez por várias e várias horas. É tão bom viver num país que não me faz voltar no tempo e experimentar a vida como era há 100 anos atrás. É tão bom viver num país que as pessoas se esmeram no seu trabalho e ouvem sugestões dos clientes. É tão bom viver num país que as pessoas fazem mais do que o meramente suficiente, para fazer melhor, para fazer mais rápido, para fazer mais barato, para que mais gente possa usufruir de certos luxos. É tão bom viver num país que as pessoas ouvem e entendam o que você está falando, sempre.

Mas…

light-bulb

Voltou a luz! Eu vivo no Brasil. E este país que é tão bom de se viver, não é o Brasil. Não sei dizer que país descrevi. Acho que estava sonhando, estava escuro, dormi, sonhei. Foi sonho ou pesadelo?!!!

PS: Considero que este foi um texto brilhante! Sem ironias e sem prolixidade. Só pra variar. Yes, I can!


Sim, era isso mesmo.

12/11/2009

No texto anterior era isso mesmo que você queria dizer? Perguntam-me os amedrontados.

Sim!

Poderia ser menos prolixo como um comentarista disse em outro texto. Não consigo. Faltou muita coisa. Mas desenhei bem com que tipo de pessoas lidamos. Memória serve pra isso. Na época do coletivismo burro, bocó e patriotário, o saudosismo fascista tem muito a nos ensinar. E ele está aí para todos verem, vestido com toda pompa e circunstância pelo time suíno.

Só não vê quem é daltônico. Aquele tipo de daltonismo que sofrem eruditos da USP, daqueles que conseguem ver azul na bandeira da Inglaterra e tem muito a nos ensinar sobre história, entendem?

Se querem falar de roubo, ótimo! Falemos.

Mas conheçam o ladrão antes, se não ele foge, pelo ladrão.

PS: E viva o apagão, que por causa dele me fez lembrar uma canção, cantada também pelo ancião: Lula lá, brilha uma estrela, Lula lá… As estrelas brilharam no céu de São Paulo. O apagão é tão lindo! Lula lá…


Cadeia para Belluzzo e parcerias.

10/11/2009

Quero cadeia para Belluzzo, o presidente daquele time com nome de árvores e torcida que faz por merecer a alcunha porcina. Cadeia para o boquicheio Belluzzo!

Belluzo quer processar Simon por “perdas e danos, morais e financeiros por um ato intencional de prejuízo a um dos clubes”. Belluzzo, o valente, quer mais, quer meter porrada na cara de Simon. O que este presidente de clube de futebol fez ao terminar de soltar seus perdigotos junto a estas palavras entre aspas foi ameaçar a vida de uma pessoa. Um presidente de clube de futebol que incita a violência, da forma como fez, merece cadeia. E não falo aqui de qualquer pessoa, falo de um professor, um dotô, um camarada- companheiro, como os camaradas-companheiros gostam de se exaltar entre si. Ler a saudação socialista escrita à Juca Kfouri, é dessas coisas que se ganha um dia.

Quando um socialista esperneia, meta-lhe uma porrada na cara. Quando um socialista ameaça dar uma porrada na cara de alguém, dê-lhe uma porrada na cara antes porque a sua pode ser a próxima. Não perca tempo, dê-lhe uma porrada. Belluzzo é socialista, assim como seu amigo Juca. Socialistas têm duas coisas que lhes são inatas: burrice e canalhice.

Vamos voltar no tempo 1 semana, quando nenhum dirigente do time dos porcos esperneou por perder a liderança do campeonato. Voltemos ao jogo dos Porcos contra o Corinthians.

- Ídolo porcino comete pênalti e é expulso.

- Ronaldo bate o pênalti e faz o gol. 1 a 0 Corinthians.

- Menos de 5 minutos depois, um jumento dá uma voadora com as duas patas no ar no meio das canelas de Jorge Henrique. Jumento Porcino deveria ser expulso, tomou só um amarelo.

- Segundo tempo começa e Jumento Porcino, aquele que deveria ser expulso, empata a partida.

- Ronaldo faz 2 a 0. Pouco tempo depois um pênalti não marcado para o Corinthians, ou seja, contra o time dos porcos.

- Uma falta que não existiu em cima de um jogador cai-cai e marcada, falta cobrada e gol! dos porcos!

Quantos dirigentes suínos reclamaram? Nenhum!

Quantos comentaristas esportivos lembraram que a perda do primeiro lugar na tabela para o time dos, como é mesmo em eruditês uspiano?, cervos?!, quero dizer, o time do São Paulo se daria uma semana antes? Nenhum!

Mas os comentaristas esportivos porcinos lembram que aqueles erros, todos, juntos, são muito menores perto do que foi esse erro descomunal de Simon no último jogo. Ouvi gente dizer que é mais grave um árbitro errar um lance como o que Simon errou porque mexe com a paixão de uma coletividade, do que o erro de dizer asnices ameaçando um vida como fez o presidente do Clube dos Porcos contra Carlos Eugênio Simon. Quem foi o gênio que proferiu tais palavras? Adalberto Piotto, por um mero detalhe, porco também.

Como diz ancião canalha que faz rimas ruins até na televisão: Pois é!

Agora voltemos a 93. Lembra de 93, Sr. Belluzzo? Não? Eu lembro!

Jamais verei uma partida de futebol mais roubada do que o segundo jogo da final do campeonato paulista daquele ano. Jamais verei coisa igual, nem próxima aquilo, nem que viva mais 1 milhão de anos. Aposto tudo o que estiver abaixo do meu umbigo. Jamais verei partida tão roubada, para usar a mesma palavra que o Sr. Belluzzo usou contra Simon.

Aquele juiz daquela final ninguém sabe onde foi parar. Era um Zé Ninguém, continua a ser um Zé Ninguém. O bandeirinha daquele jogo é um valente comentarista da Bandeirantes, se qualidade tivesse escala a deste comentarista seria negativa, além de trabalhar no canal mais petista do Brasil. Mas eu gostaria de saber:

O que o Sr. Belluzzo acha da final de 93?

O que o Sr. Belluzzo tem a dizer da empresa que fez parceria com o time dos porcos na época? Belluzzo foi um dos que ajudaram firmar a parceria com a Parmalat. Parmalat é aquela empresa que ficou famosa por ter seus donos presos na Itália por burlar o fisco na Itália e no mundo todo e algumas cositas más. Parmalat não era patrocinadora do clubes dos porcos, era PARCEIRA!

Então, Sr. Belluzzo, vamos falar de roubo? Vamos falar de manipulação? Vamos falar de… história não lhe falta.

Quando um socialista lhe ameaça com uma porrada, dê uma porrada no canalha. São covardes que andam em manadas e só sabem se defender em manadas. Covardes não lutam a sós, lutam contra um em grupos, por mais que tentem aparentar valentia de querer um confronto individual. Jamais fazem isso.

Tenho asco dessa gente. Nojentos!

PS: Querem saber meu palpite de campeão deste campeonato que não assisti e não dou a menor pelota? O time dos porcos. Digo isto desde o dia que o mesmo Belluzzo voltou de Curitiba, todo valente enfrentando de frente a torcida que fazia campanha para derrubar um técnico que teve a coragem de dizer e fazer o que qualquer técnico com independência para exercer seu trabalho faria diante de um jogador que não tinha vontade de trabalhar. Acabou demitido! Como é cachorro morto, malhar o Luxa é fácil. E Luxa fez melhor campanha do que este técnico que está aí. Para o futebol melhor será que o São Paulo vença, torço para que o Flamengo ganhe o campeonato, mas continuo apostando nos porcos. Apostar na sujeira, no Brasil, é quase certeza de vitória.

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Vitória do Leminguismo ancião. Parte II. O Vinagre.

01/11/2009

Convidei aos não-leitores deste blog a procurarem o texto que eu disse que foi escrito e apagado de canalha ancião que faz rimas até na televisão. Se acharem me enviem o link com a data e tudo o mais que eu publico o texto de Juca Kfouri fazendo propaganda do site Fora Luxa e mostrando a quantidade de pessoas que pediam sua saída daquele time, o das árvores, pouco antes de ser demitido de fato. Eu não acho aquele texto. O que eu acho é o que se segue:

Recaída de Juca Kfouri 29-10-2009

Pois bem, este texto acima do dia 29/10/2009 é do mesmo autor que publicou e propagandeou o site FORA LUXA!, de um torcedor do Pal… daquele time com nome de árvores e torcida suína. Vou mostrar como aqueles que gostam de chamar de “reserva moral” do jornalismo brasileiro, faz seu jornalismo. Pesquisando pelo site Fora luxa, não se encontra nada, o site está fora do ar. Mas se você procurar pelo dono do domínio irá encontrar isto:

Responsável Kmidia

Registrem bem o nome do proprietário. Agora vamos a um fórum da torcida daquele time, o endereço é este: http://www.forumptd.com/lofiversion/index.php?t22343-0.html

Eu destaco o que outros torcedores do mesmo time comentam sobre o proprietário do site. Clique na foto para ver direto do forum vários comentários e atentem para o que está em sombreado:

Forum Comentário dos torcedores

Preciso dizer mais alguma coisa ou está desenhado o Leminguismo incrustado no jornalismo brasileiro? Aí está a reserva moral que escreve e apaga. Aí está o jornalismo que chuta e assopra. Aí está o jornalismo com ares apavonados de bem, mas alma de mal. Aí está a reserva moral. Aí está a recaída de mais um gigante. O dono ou responsável daquele site e de tantos outros, é, também, participante ativo deste senhor que é líder de torcida citado no texto da recaída.

Ali no texto vai que o sujeito bateu até em treinador. Uns batem de verdade, outros usam os que batem para bater em treinador que é como cachorro morto, qualquer valente bate. Isto é Juca Kfouri e seu esquerdismo populista bocó. É um dos líderes de pequenas manadas.

É um refestelo. É a recaída dos gigantes. Canalha ancião é pleonasmo. Pleonasmo pra mais de metro. O gigantismo moral do leminguismo tupiniquim é nanico. Digo mais, esta reserva moral é vinagre. Vinagre puro!

Isto é o que dizem ser o que há de melhor na “mídia”. Imagine, faça um exercício mental do que pode ser o que há de pior. Consegue imaginar o tamanho da miséria que estamos? Estes são professores. Isto é o Leminguismo. Este é um dos professores do Leminguismo. Eles venceram, celebrem!

PS: Chega? QED? CDQ? O que mais posso dizer? Chega, né? Talvez não. Se tiver vontade mostrarei como mais um furo vitorioso por antecipação já se desenha. É nojento! Mas eles venceram. Celebrem!


Vitória do Leminguismo ancião.

26/10/2009

Não tenho mais a mesma motivação que tinha para escrever este blog. A dominação da canalha é total. Quando falo em Canalha ancião que faz rimas até na televisão está desenhado um canalha com furo ou sem furo, já disse quem é, não preciso repetir seu nome. Geralmente, o canalha fura, daí seu nome. Simplesmente não acerta uma. E o Canalha faz escola, daí seu epíteto de professor.

Canalha ancião que faz rimas na televisão apaga o que escreve. É feio, mas é feito quando o resultado é positivo.

Canalha ancião publica sites singelos com o nome de FORA, LUXA!, criados por pessoas pias, empresários mui respeitados, donos de vários sites que vão de instrumentos musicais a sites com materiais sobre religião, e, além disso tudo, são também pessoas ligadas diretamente a TORCIDAS ORGANIZADAS pouco familiarizadas com violência ou até mesmo com, digamos, nazistas!

Disse nazistas? Sim, isso mesmo.

Time de porcos não tem esta fama à-toa. Time de porcos não foi proibido de ter um nome por pouca coisa. Time de porcos mente até hoje e ninguém fala nada. Quem falará? Eu! Em outro dia retornarei àquele time que as pessoas “nasem”. Adiante.

Já viu canalha ancião vilipendiando torcidas organizadas? Eu já. Nesses momentos não há o que errar, certo? Mas quando o interesse é comum, porque não se juntar aos da mesma laia rasteira? Para quem critica um treinador de futebol por ter um bar e ser treinador de futebol ao mesmo tempo, porque não publicar um site singelo que só pede a cabeça de um treinador e divulgar em tamanho diferenciado o número de pessoas que pedem sua cabeça? Coisa pouca!

Depois de ver demitido o treinador o que canalha ancião faz? Apaga o texto com o link que criou.

Procurem. Pesquisem até no site do canalha. Quem achar ganha um prêmio deste escrevinhador.

O site FORA LUXA que foi criado quando o treinador Luxemburgo estava no time com nome de árvores e torcida suína já saiu do ar. Mas o link ainda existe. Uma pena, não é?

Canalha ancião escreve e apaga. Canalha ancião favorece amigos do partidão. Canalha ancião tem filhos sem nenhum talento trabalhando na televisão. Canalha ancião é campeão!

Quando falo em canalhas lembro daqueles pios homens do CANSEI. Onde estão? Aplicaram um belíssimo golpe na democracia brasileira, desmobilizando aquelas pessoas que saíras às ruas quando o assunto estava quente. Ajudaram a resfriar e desacreditar um assunto muito grave porque sabem como são bundões e afetados a maioria avassaladora dos brasileiros, e colocaram pessoas afetadas e bundonas para resfriar, desmobilziar, desanimar até cansar as pessoas que estavam com a cabeça farta da canalha no poder.

Sim, eu cansei. Mas continuarei escrevendo. Aos poucos, quando puder. Não escrevo mais por prazer, escrevei por dever. Mesmo quando o assunto estará esgotado para alguns voltarei a tocar no assunto de uma maneira que ninguém tocou.

E este é outro motivo do meu desânimo. Eu sei que tenho talento para enxergar coisas que ninguém enxerga. Sei antecipar movimentos e brincar com eles, chego até avisar o que acontecerá – acho que já contei um caso assim antes. E acontece! Eu sei que este talento eu tenho. Mas desanimo deste povo imóbil diante desta tirania brutal que nos aflinge.

Desanimo, sim. Parar, jamais. Há um texto deste blog que atrai muitas pessoas aqui, é o que trata justamente da violência do esporte. Quem eu culpo naquele texto? Os comentaristas esportivos. Como diz canalha ancião: Pois é!

Eu posso falar muita porcaria. Posso falar muita coisa errada. MAS NÃO APAGO O QUE ESCREVO.

Desanimo, sim. Parar, jamais. Até breve.